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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

AAUALG acusa GNR de Faro de “Caça à Multa”




As queixas já chegaram aos ouvidos de Macário Correia. A Associação Académica da Universidade do Algarve (AAUAlg) considera “lamentável” o “cerco apertado ao estacionamento em Gambelas”. A GNR garante não ter estudantes como alvo. Os estudantes exigem mais acessibilidades, estacionamento e transportes.


Esta quarta-feira, Guilherme Portada, presidente da AAUAlg, queixou-se ao presidente da Câmara de Faro “da presença recorrente dos agentes da GNR, desde o dia 7 de Outubro, na zona envolvente ao Campus de Gambelas, com o único intuito de multar e bloquear as viaturas, que na sua grande maioria são dos estudantes universitários”, fez saber a associação em comunicado.

A AAUAlg classifica de “lamentável” a acção da GNR no local, “visto esta zona, mesmo que cada vez mais habitada, ter poucas alternativas de estacionamento e os estudantes universitários terem de estacionar nesse espaço”.

A GNR de Faro, contactada pelo Canal UP, admite, pela voz do Major Luís Sequeira, que tenha havido um aumento dos autos levantados no local. “Imediatamente antes da data que indicam - tomando por boa essa data -, foram desenvolvidas acções de sensibilização da GNR, naquela zona, sobre a matéria”, garante. “É natural que, depois disso, tenha havido um número mais elevado de contra-ordenações por estacionamento irregular”.

A GNR não estranha, assim, que os estudantes tenham “sentido” a situação e que procurem junto da câmara “soluções com vista a resolver o problema”. Luís Sequeira garante que o problema é com a zona e não com um grupo de pessoas em particular: “não é uma acção dirigida aos estudantes, até porque há outros utentes na zona”.

AAUAlg reivindica mais estacionamento

A estrutura aproveitou para reforçar algumas reivindicações. Pedem mais zonas de estacionamento em redor dos campi da universidade (especialmente de Gambelas e da Penha). Horários e rede de transportes públicos de Faro mais alargados – “louvando o alargamento já efectuado até às 22.30 no ligação Gambelas – Faro”. Pedem ainda uma ciclovia entre Faro e Gambelas.


In Canal UP




Depois da rábula da recepção ao caloiro, chego à conclusão que nesta cidade os estudantes são uns mártires... Lendo o artigo ressalvo a necessidade de se construir uma ciclovia entre Faro e Gambelas, pena que este pedido de Guilherme Portada chegue com pouco mais de um ano de atraso!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Feira de Santa Iria a partir de amanhã em Faro...




A Edição 2010 da Feira de Santa Iria, terá inicio no próximo dia 15 e decorrerá até ao dia 24 de Outubro, no Largo de São Francisco.


O horário da Feira é o seguinte:



2ª a 5ª - das 17:00h às 24:00h
6ª feira - das 17:00h à 01:00h
Sábado - das 15:00h à 01:00h
Domingo - das 15:00h às 24:00h


O evento junta, como habitualmente, expositores ligados a todas as áreas de comércio, gastronomia e variadas diversões. Conta ainda com uma área dedicada a Instituições da sociedade civil de todo o Concelho.

A inauguração da Feira irá realizar-se no dia 15 de Outubro, pelas 19h30, com a presença do Executivo Camarário e do Conselho de Administração da AmbiFaro.

A Feira de Santa Iria é uma iniciativa do Município de Faro, organizada pela AmbiFaro

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

FARO: Macário Correia admite dificuldades em pôr contas em ordem


Macário Correia admitiu hoje que não está a ser fácil "pôr as contas em ordem" na Câmara de Faro, mas recusa a ideia de faltar às promessas e nega aumento de impostos municipais e despedimentos avulso.

No âmbito do primeiro ano de mandato à frente da Câmara de Faro, Macário Correia deu uma entrevista à Agência Lusa onde afirma estar "satisfeito com o balanço" de um ano à frente da capital algarvia e anuncia que em 2011 as prioridades vão ser "pagar dívidas" e "absorver fundos europeus para os últimos investimentos possíveis".

Sobre as acusações feitas pela oposição socialista a propósito do aumento dos impostos municipais e de ter despedido 199 funcionários da Câmara, Macário Correia contesta e desmente.

"Nós não aumentámos taxas, actualizámos os valores corrigidos à inflação, porque a tabela de taxas não era atualizada há 10 anos, ou seja actualizámos sem aumentar", explicou o presidente da Câmara de Faro.

Macário Correia nega também que tenham existido despedimentos, mas indica que após um ano de mandato há menos 130 funcionários na autarquia.

"Não houve despedimentos. Houve aposentações, transferências para outros organismos exteriores à Câmara e contratos que terminaram e legalmente não eram possíveis de terminar", argumentou o autarca.

No capítulo financeiro da autarquia de Faro há dois problemas fundamentais que Macário Correia destaca e que são a "desorganização" e "descontrole financeiro".

"A desorganização vai-se resolvendo, no essencial está em bom caminho, mas a questão financeira é muito mais complexa, porque a crise que nos envolve traça caminhos mais difíceis para sair deste labirinto", admite Macário Correia, salientando a "escassez de receita para cobrir as dívidas de funcionamento" e o "descontrole dos procedimentos".

Macário Correia refere, por exemplo, que localizou "quase quatro milhões de euros de faturação não cabimentada", "procedimentos que não estavam concretizados à luz da contratação pública" e "pagamentos irregulares a várias instituições", o que levou a que a Câmara tivesse sido sujeita a várias inspeções nos últimos anos, nomeadamente do Tribunal de Contas, Inspecção Geral de Finanças e da Administração Local.

Para fazer face aos problemas financeiros da Câmara de Faro, Macário Correia anuncia que vai levar à apreciação dos órgãos municipais nos próximos dias o "Plano de reequilíbrio financeiro".

O plano de reequilíbrio visa obter um empréstimo bancário para se fazer um equilíbrio das contas a médio prazo, explica o autarca.

Pagar as pequenas faturas - cerca de 30 milhões de faturas - vencidas de curto prazo, equilibrar as contas das empresas municipais que são todas deficitárias e pagar as obras adjudicadas de 2010 e 2011 que a autarquia não tem liquidez para pagar são as prioridades.

Sobre as obras do programa Polis Ria Formosa, Macário Correia disse constatar que estão "aquém dos prazos que desejava", mas sublinha que atualmente não depende da Câmara de Faro, que já não faz parte da administração da Sociedade Polis desde o verão de 2009.


In Observatório do Algarve

PS acusa Macário Correia de enganar farenses com falsas promessas


O líder da oposição na Câmara de Faro, o socialista João Marques, classifica o primeiro ano de mandato de Macário Correia de "totalitarista", acusa-o de enganar a população com falsas promessas e responsabiliza-o por não haver obras do Polis.


"Faro parou. A cidade tem piores serviços seja na biblioteca, escolas ou piscinas e alguns projetos como o Polis Ria Formosa estão largados ao abandono. A campanha foi em torno de promessas que se sabia que não iam ser cumpridas", lamentou João Marques, em entrevista à Agência Lusa, no âmbito do primeiro ano de mandato de Macário Correia.

O socialista João Marques classifica de "totalitarista" e "obstinada" a forma como a autarquia está a ser gerida pelo executivo de Macário Correia e critica o presidente da Câmara por estar apenas a arranjar soluções em que sejam as pessoas a pagar, quando na sua campanha disse o contrário.

O líder da oposição na Câmara de Faro critica também Macário Correia por não pedir responsabilidades à Sociedade "Polis Ria Formosa" sobre "a má gestão dos dinheiros públicos" e por ainda não ter feito uma única obra na cidade de Faro.

"Não se pode compreender como é que um organismo como a Sociedade Polis demore três anos para executar projetos e para aplicar uma única verba que seja na cidade de Faro, seja no parque ribeirinho, seja no acesso à praia", critica, questionado se o dinheiro do Polis é todo dedicado ao fundamentalismo e ao estudo das demolições das casas.

João Marques acusa também Macário Correia de ter mentido aos farenses por ter-lhes prometido não subir os impostos municipais.

Segundo João Marques, na verdade houve um aumento efetivo no regulamento das taxas na área do urbanismo e na área dos serviços, nomeadamente serviços diretos, como nas piscinas, onde se paga atualmente 40 euros por mês para usufruir do espaço, quando há um ano era 20 euros, recordou o socialista.

"O engenheiro Macário Correia dizia que não ia despedir funcionários da Câmara, mas já despediu 199 desde a tomada de posse e agora prepara-se para mais 200 despedimentos. Também dizia que não ia aumentar as rendas no Mercado Municipal e já subiu dois euros por metro quadrado", enumerou.

Macário Correia também prometeu que no espaço de um ano iria rever o Plano Diretor Municipal, elaborar um plano de ordenamento e expansão da cidade e requalificar a frente ribeirinha e o cais, mas até "à data nada foi feito", recorda João Marques, referindo que os únicos planos que existem são os que o PS deixou.

"Se formos avaliar todas as promessas de Macário Correia, a maior parte delas não seriam exequíveis pelo próprio panorama financeiro descrito por ele do município", considerou, questionando, por exemplo, o facto de se ter deixado de exercer a influência da Câmara junto do IPTM para construir a doca exterior.

"O que tivemos durante um ano foram atitudes avulsas que estão a prejudicar o município, porque as promessas não foram feitas e algumas delas estão a ser feitas exatamente ao contrário do prometido", argumenta.

Em outubro passado, Macário Correia, através da coligação "Faro está primeiro" (PSD/CDS-PP/MPT/PPM) venceu a Câmara Municipal de Faro ao candidato socialista José Apolinário por 130 votos, transformando as últimas eleições autárquicas numa das mais disputadas na história democrática da capital algarvia.


In Observatório do Algarve



O vírus que afectou, segundo João Marques, Macário Correia deve ser o mesmo que aflige José Sócrates pois sabendo ambos do estado das finanças do país e concelho respectivamente, não se contiveram nas promessas e agora deparamo-nos com muitas medidas contrárias ao inicialmente anunciado. Dentro desde cenário negro apresentado pelo PS Faro, e que só se compreenderia se o seu partido não agisse da mesma forma que o Executivo de Macário tem agido, em eleições passadas, realço o facto de alguém se lembrar de denunciar publicamente o escândalo que é o Programa Polis da Ria Formosa, onde os prazos e projectos são cada vez mais diluídos no tempo, enquanto os moradores e os farenses em geral assistem impotentemente ao degradar das condições de vida e lazer, colocando mesmo em riscos vida e bens...

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Faro: Macário Correia quer alterar acesso à praia de Faro para acabar com galgamento de mar e areias




O presidente da Câmara de Faro anunciou este domingo que espera a conclusão de estudos para ver se pode alterar o traçado da estrada de acesso à ilha de Faro, que fica interdita quando há mau tempo.

Numa conferência de imprensa realizada à tarde junto ao acesso, depois de na noite passada o mar ter galgado a estrada e depositado areias que obrigaram à interdição de troços, Macário Correia lembrou que "esta é uma situação recorrente quando há mau tempo" e obriga a autarquia a limpar a estrada cada vez que fica com areia, "mas a câmara pretende resolvê-la definitivamente".

O autarca afirmou que os estudos deverão ficar concluídos e que, definido o plano de pormenor da ilha de Faro, “em 2011 esperamos poder avançar com uma solução, que pode passar pela deslocação da estrada mais para o interior da Ria Formosa, de forma a permitir a solidificação do cordão dunar, que neste momento é muito frágil e quando há mau tempo é galgado pelo mar".

Macário Correria frisou que "a situação já se verifica há muitos anos e cada vez que a estrada fica com areia os funcionários da câmara limpam-na e tornam-na circulável, o que acarreta uma despesa grande para autarquia", que espera a conclusão dos estudos para "em 2011 poder avançar" com a intervenção no terreno.

"Queremos encontrar uma solução definitiva para esta situação e o reforço do cordão dunar e a alteração do traçado da estrada mais para o interior podem ser a solução", disse ainda o autarca.

Macário Correia sublinhou que algumas habitações poderão ter de ser retiradas do local, mas garantiu que a autarquia "assegurará a transferência daquelas famílias em que esteja em causa a primeira habitação".

Na madrugada passada, por ocasião da praia-mar, e devido à ondulação de quatro a cinco metros, o mar galgou de novo a estrada de acesso à ilha de Faro, obrigando à interdição. Com o mar vieram areias que os serviços camarários removeram para permitir a circulação.

Apesar de o mar ter estado próximo de algumas habitações, não houve danos pessoais ou materiais a registar.

sábado, 9 de outubro de 2010

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Faro: Vitorino acusa PS de infracção cometida em 2008


Macário criticado por “desonestidade política”

O ex presidente da Câmara de Faro, José Vitorino, garante que a penalização da Autarquia em 7,6 milhões de euros “resulta duma infracção cometida em 2008 pelo executivo PS”, que sucedeu ao seu mandato, pelo que José Vitorino “é completamente alheio”.

O responsável emitiu um comunicado a dizer que foi caluniado pelo actual edil do PSD, Macário Correia em declarações à Lusa, “tentando envolver” o ex edil “na penalização da Câmara em 7,6 milhões”.

Recorde-se, segundo avançou a Lusa esta quinta-feira, a Câmara de Faro ultrapassou o limite de endividamento em 2008 em mais de 7 milhões de euros, tendo o presidente da autarquia assumido a necessidade de um empréstimo de “50 milhões de euros da banca”, referindo que o problema remonta a 2003/2004 - mandato de José Vitorino - anos em foram contraídos empréstimos a prazo de “quase 20 milhões de euros”, cujos juros estão a ser pagos.

“É um ato de desonestidade política. Sequer atacar, vire-se para o executivo PS, que cometeu a infracção. É suspeito que o tente esconder”, escreve José Vitorino no comunicado, salientando que durante o seu mandato “nunca o limite do endividamento foi ultrapassado”.

“No ano de 2003, a Câmara até podia ter contraído mais 850 mil euros de empréstimos, mas foi decidido não endividar mais a Câmara”, declara.

“Declarou o Eng. Macário Correia que o problema da Câmara vinha sobretudo do mandato do Dr. José Vitorino, com empréstimos de quase 20 milhões de euros. É falso!”, garante o ex edil, reforçando que quando concluiu o mandato, “cerca de 78% dos empréstimos (33,5 milhões) respeitavam a contratos e compromissos assumidos pela Autarquia antes da sua eleição”.

De resto, Vitorino sublinha que “na área financeira, como noutras, a Câmara tem praticado actos ruinosos; há falta de transparência; as promessas não são cumpridas; e há outras condutas graves”.

“Desesperados com uma contestação cada vez maior da população e não tendo argumentos para as denúncias feitas” pelos Cidadãos com Faro no Coração, movimento presidido pelo ex edil, “o presidente aposta no medo, manipulação e ofensas, o que lamentamos”.



Tudo isto é triste, tudo isto existe, tudo isto é.... FARO!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Futebol: Macário Correia lamenta "falta de diálogo" na transferência da final da Taça da Liga




O presidente da Câmara Municipal de Faro, Macário Correia, mostrou-se ontem surpreendido com a transferência da final da Taça da Liga de futebol do Algarve para Coimbra e lamenta a “falta de diálogo” da Liga.

“Acho estranho, na medida em havia um acordo com a Liga em relação à organização das finais da Taça da Liga, mediante o qual estava consagrado na anterior presidência que o estádio do Algarve continuaria a ser o palco para esse evento”, disse Macário Correia à Agência Lusa.

Para o presidente da autarquia da capital do Algarve, “era uma situação assumida e estabilizada”, razão pela qual foi “apanhado de surpresa”, tanto mais que, sendo ele presidente da Associação de Municípios do Algarve, estava disponível para “qualquer contacto, esclarecer dúvidas ou fornecer informações”.

Nesta conformidade, Macário Correia disse não entender a afirmação do presidente da Liga, Fernando Gomes, que justificou ontem a transferência da final da Taça para o estádio Municipal de Coimbra, com o facto de ter “encontrado apoios nesta cidade que lhe faltaram no Algarve”.

É um afirmação que me parece completamente destituída de diálogo ou de qualquer comunicação connosco”, acrescentou o responsável pela autarquia farense, alegando não ter tido conhecimento de qualquer diligência da Liga no sentido de comunicar com a Associação de Municípios do Algarve.

Além disso, alega que o Algarve “sempre colaborou com a maior lealdade” com a Liga e que foi entendimento desta que “a região merecia essa atenção, mais ainda num período do ano que é importante para o turismo”.

Macário Correia argumenta, ainda, que a Liga “sempre teve excelentes garantias” e que o Estádio do Algarve “continua a reunir as mesmas condições e requisitos” para realizar a final da Taça da Liga, razão pela qual encarava a organização deste ano “como um dado adquirido”.

“Ninguém da Liga pôs isso em dúvida ou invocou qualquer condição ou dificuldade para que tal não acontecesse”, observou Macário Correia, que esperava que Fernando Gomes tivesse tido a iniciativa de o contactar, o que seria “o mínimo numa relação ética entre instituições”.

Contactada pela Agência Lusa, uma fonte da Liga afirmou que esta sempre contou, da parte das câmaras de Faro e Loulé, com “toda a compreensão e carinho” em relação à prova, mas alegou que esse apoio “nunca foi extensivo ao turismo do Algarve”.

“No decurso da última edição fomos dizendo que, se as coisas continuassem assim, iríamos ponderar a mudança do local da final”, lembrou a mesma fonte, para quem a Liga “sempre reconheceu o papel das autarquias de Faro e Loulé”, nomeadamente dos seus “anteriores e atuais presidentes”.

No entanto, contrapõe que a Liga, “em termos práticos, sempre arcou com todas as responsabilidades de organização, policiamento, promoção e mudanças de relvado” e que nunca sentiu “qualquer aproximação das entidades que promovem o turismo do Algarve”.

In Região Sul


Todas estas alegações da LPFP, não passam de areia para os olhos das pessoas... Então se um clube como o Farense, têm que arcar com todos esses cutos para receber um jogo do campeonato, qual o inconveniente da Instituição Organizadora, que têm receitas dos clubes participantes da prova, bem como de todos os sponsors e naming da prova, em tratar da logistica para organziaçãoo evento? Queriam o quê? Tudo de borla?

A mim, nada me tira da cabeça que a mudança do presidente da Liga de Futebol Profissional, com a saída de Herminio Loureiro e a entrada do pau mandado de Pinto da Costa, Fernando Gomes, teve influência nisso, pois nunca é com bons olhos que o FC Porto se desloca ao sul do país para jogar uma partida desta natureza! O restos são conversas, até porque como se vê o "sistema" está a voltar ao activo...

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Câmara de Faro quer criar 12 hortas no centro da cidade





Projecto é contestado porque o terreno escolhido coincide com um espaço onde foram identificados diversos achados arqueológicos.

Macário Correia quer criar 12 hortas urbanas em pleno centro de Faro, mas a oposição local considera a ideia um "absurdo" porque o terreno escolhido para promover a agricultura guarda vestígios arqueológicos como um "bairro" com construções que vão desde o período islâmico até ao século XVIII.

A ideia do líder da Câmara de Faro, eleito pelo PSD, é aproveitar a chamada Horta Misericórdia, na cidade velha, e transformá-la em 12 talhões de 40 metros quadrados cada um, que depois serão entregues a 12 candidatos.

Pretende-se assim fomentar a agricultura biológica e chamar a atenção para as questões ambientais nas cidades. Só que, segundo o PS, a proposta coloca em causa os achados arqueológicos.

A iniciativa de ter hortas no centro partiu do grupo Glocal Faro, um movimento de cidadãos. Se o projecto avançar conforme o que se projecta neste momento, os 12 talhões serão entregues pela autarquia em Janeiro do próximo ano. O problema, diz o PS num comunicado enviado às redacções, é que a localização das hortas coincide com o espaço onde a arqueóloga Teresa Gamito, em 1995, fez escavações e descobriu "um "bairro". Por isso, diz o líder local do PS, João Marques, para pôr em prática o projecto é "necessário tapar os achados com telas e isolamentos especiais e repor terras, trazendo custos elevados". O que, na sua opinião, é um "erro". Em 2009, a câmara fez o registo das existências com autorização e aprovação do Igespar.

Mais recentemente, o município elaborou um regulamento para as distribuições dos talhões pelos possíveis interessados. O terreno situa-se na Horta Misericórdia, junto ao Museu Municipal, na zona velha da cidade. Para o próximo fim-de-semana já está prevista a realização de um workshop para divulgar a agricultura biológica. Para o PS, a Horta Misericórdia, pelo seu valor cultural e localização, deveria tornar-se num "espaço visitável". E se o objectivo é promover a agricultura, o que a câmara deveria fazer era "encontrar uma solução para o projecto em solos agrícolas", frisa o PS, sugerindo que a câmara dispõe de terrenos dessa natureza com maior dimensão no Patacão.

O projecto da Horta Urbana de Faro insere-se na iniciativa Global Work Party, envolvendo cidadãos de 180 países que pretendem desta forma chamar a atenção para as alterações climáticas.

Em 2009, a câmara fez o registo das existências com autorização e aprovação do Igespar.

Por Idálio Revés no Público


Neste caso concreto, não poderia estar mais de acordo com a posição do vereador João Marques. Parece despropositada e infeliz a escolha do local para a criação de 12 talhões reservados ao cultivo biológico. Com tanto baldio perdido por essa cidade, com prédios em ruínas a ameaçar derrocada, mais valia,se fosse intenção da Câmara inserir esses talhões dentro da cidade, aproveitar esses espaços mortos, em vez de atentar contra um património de riqueza histórica inquestionável, e que deveria, como se lê no artigo, ser visitável, para que mais pessoas pudessem comprovar a história desta lendária localidade... Assim não, eng. Macário!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

FARO: Medidas de austeridade não afectam requalificação da EN 125


As medidas de austeridade impostas pelo Governo para reduzir o défice não afetarão o avanço das obras de requalificação da EN125, confirmou hoje fonte da concessionária, prometendo que os trabalhos estarão concluídos em junho de 2012.

"As medidas de austeridade não afetam em nada a continuidade da obra", afirmou o administrador delegado da concessão "Rotas do Algarve Litoral", Rui Sousa, numa visita às obras da Variante Norte a Faro que reuniu também responsáveis do PS.

Os três deputados do PS eleitos pelo Algarve, Miguel Freitas, Jamila Madeira e João Soares, percorreram hoje o trajeto da segunda fase da variante, ainda em terra batida, mas onde é já visível a delimitação da futura estrada.

Esta segunda fase da variante - que liga o nó de acesso ao aeroporto ao Rio Seco, numa extensão de 2,5 quilómetros - deverá estar pronta dentro de um ano, permitindo retirar parte do trânsito que congestiona a entrada de Faro junto a Olhão.

Segundo o administrador delegado da "Rotas do Algarve Litoral", apesar de se tratar de uma extensão curta, ainda existem alguns casos de expropriações por resolver, embora o essencial esteja "regularizado".

A construção do troço, que atravessa hortas e áreas agrícolas, afetou cerca de 80 pessoas na zona de Faro, estando prevista como medida de compensação ambiental uma intervenção no Rio Seco, zona muito afetada pelas cheias no inverno.

A variante está inserida na requalificação da EN 125, prevendo-se que ainda este ano se arranque com as obras de requalificação em mais três troços: entre Lagos e Vila do Bispo entre São Lourenço e o Troto (em Almancil) e em Odiáxere, até ao fim deste ano.

Segundo o deputado socialista Miguel Freitas, no próximo ano toda a requalificação da EN125 vai estar em obra, desde Sagres a Vila Real de Santo António, uma obra orçada em 100 milhões de euros e que deverá empregar mais de mil pessoas.

Para breve está ainda previsto o arranque da obra da variante a São Brás de Alportel que deverá ter início em janeiro e conclusão no final de abril de 2012.

A concessão Algarve Litoral abrange uma extensão total de 273 quilómetros e percorre 14 concelhos algarvios.


In Observatório do Algarve


Diria que são os 2,5 kilómetros de estrada mais desejados pelos farenses nas últimas décadas... E nada melhor do que visitar a obra e convocar a comunicação social, quatro dias antes dum mega buzinão contra a instalação de portagens na única estrada sem extrangulamento de trânsito que serve o Algarve...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Associação Académica quer residências na zona velha de Faro


A criação de residências universitárias na zona velha de Faro e a promoção de ações conjuntas de limpeza urbana são actividades que a Associação Académica da Universidade do Algarve quer concretizar para aproximar a comunidade estudantil da cidade.


As propostas, que visam criar uma maior sinergia entre a cidade e os 10 mil alunos da universidade, vão hoje ser debatidas em Assembleia Magna, poucos dias depois de a academia ter cancelado o luto académico convocado na passada semana.

Em causa estava a redução do horário da festa de receção ao caloiro imposta pela Câmara de Faro e contestada pelos estudantes, que ameaçaram realizar a festa da Alcoolização dos Perus fora do concelho.

A autarquia acabou depois por autorizar a realização da tradicional festa de encerramento da receção ao caloiro até às 05h00, que se realiza na sexta feira no Largo de São Francisco, onde durante nove noites decorre o evento.

A criação de uma residência universitária na cidade velha e a organização de ações conjuntas de limpeza - em terra e na ria - são iniciativas que a associação quer concretizar para unir os estudantes a Faro.

A ação de limpeza na malha urbana e outra subaquática na doca de recreio de Faro são actividades que a academia quer realizar já nos primeiros dias de outubro, assim que terminarem os festejos de receção aos novos alunos.

"Queremos que a cidade de Faro goste da universidade e que nós possamos dar também o nosso contributo para o seu desenvolvimento", resumiu o presidente da Associação Académica da Universidade do Algarve (AAUAlg), Guilherme Portada.

Segundo o dirigente académico, existem edifícios abandonados no coração da cidade que podiam ser recuperados e dar lugar a novas residências universitárias, proposta que parece ser do agrado dos serviços sociais da universidade, diz.

A maioria das residências em Faro estão localizadas junto aos polos de Gambelas, fora da cidade, e Penha, na periferia.


In Observatório do Algarve


Parece que há males que vêm por bem, tendo em conta as sinergias que se preparam para aproximar a cidade dos Estudantes... Mas se se pensa que com estas ideias o "problema" se resolve, me parece que o descontentamente dos residentes farenses vai aparecer de novo...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

"Escolas Monumento" de Faro serão requalificadas...

In Postal do Algarve, Edição Impressa de 23/09/2010

Faro: Escola assaltada com violência, está encerrada para aulas



A Escola Emiliano da Costa em Estói, Faro, foi hoje assaltada de forma violenta deixando cerca de 400 alunos sem aulas, uma vez que a estrutura ficou sem as mínimas condições, disse o presidente da Câmara de Faro.

Em declarações à Lusa, Macário Correia explicou que o assalto à Escola EB 2,3 Escola Emiliano da Costa terá ocorrido cerca da 01:00, altura em que os assaltantes rebentaram com os quadros elétricos e os relógios pararam.

Segundo o presidente da Câmara de Faro, os ladrões levaram “todo o dinheiro que havia no cofre”, danificando com recurso a um objeto de metal, provavelmente a uma picareta ou marrão, a parede onde estava instalado.

O sistema elétrico e telefónico daquela escola foi todo destruído e há portas e fechaduras arrombadas, acrescentou o autarca, referindo que hoje a escola não vai ter aulas para se proceder às obras de recuperação.

“Neste momento todo o pessoal da Câmara está a fazer reparações de eletricidade, telefone e carpintaria e a escola hoje não tem aulas, porque não havia condições”.

A Escola Poeta Emiliano da Costa, do Agrupamento Vertical de Escolas de Estói, tem cerca 400 alunos com idades entre os 10 e os 15 anos.

Fonte da GNR confirmou o assalto, mas não prestou mais declarações até ao momento.

In Região-Sul


Uma semana em que a CMF têm tido problemas com a educação...

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Novo Blogue em Faro: A Ruina de Faro




A Ruína de Faro é uma iniciativa na qual são inventariadas as casas e edifícios devolutos ou degradados da cidade de Faro. Casas e edifícios que merecem ser recuperados e ou ter novos usos! Casas e edifícios que devem ser demolidos para dar lugar a novas casas, a jardins ou outros usos. Este Blog apela a participação de todas e todos as cidadãs e cidadãos de Faro, pois só a contribuição de todas e todos poderemos recuperar as ruínas da nossa cidade.

A Ruína de Faro foi lançado por um grupo de cidadãs e cidadãos preocupados não só com estado de degradação de muitos dos imóveis da cidade de Faro, mas também com o modelo de desenvolvimento urbano desta cidade que privilegia a expansão da cidade em altura e em terrenos com alto valor agrícola e essenciais à conservação
sustentável do território.

Ao mesmo tempo crescem as ruínas no centro da nossa cidade, edificações com valor patrimonial elevado são deixadas ao abandono!

Muitas casas que poderiam ser colocadas no mercado de arrendamento estão degradadas e abandonadas. Devolver estas casas ao uso é essencial para fixar a população no centro da cidade, tornando Faro uma cidade viva.

Apelamos ainda à participação de todos os cidadãos e cidadãs enviando-nos fotos ou vídeos de casas ou edifícios devolutos ou degradados para aruinadefaro@gmail.com.

O email deve conter uma foto georreferenciada, ou a localização do imóvel, bem como uma breve descrição do mesmo.

Elementos sobre a história do imóvel, assim como ideias sobre o seu destino seja ele a demolição, reconstrução e novos usos permanentes e temporários são bem vindos.

Ao blog A Defesa de Faro agradecemos a inspiração para a escolha da nossa designação.

Contactos:
aruinadefaro@gmail.com


Artigo recebido por email

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Câmara de Faro mantém decisão de reduzir horário da Receção ao Caloiro





O presidente da Câmara de Faro Macário Correia recusou esta quarta-feira voltar atrás com a decisão de reduzir o horário da festa de Receção ao Caloiro, a decorrer naquela cidade.

Um anúncio feito pelo autarca após ter sido confrontado pelos estudantes da Universidade do Algarve numa reunião de Câmara, alegando que recebeu queixas de barulho excessivo de «partidos políticos, cidadãos e entidades».

Esta justificação foi dada a uma delegação de alunos da Universidade do Algarve, liderada pelo presidente da Associação Académica da instituição (AAUAlg) Guilherme Portada, que este na reunião do executivo, aberta ao público, para exigir que a autarquia reconsiderasse a decisão de diminuir o horário de funcionamento do recinto.

No exterior dos Paços do Concelho, onde a reunião decorreu, concentraram-se centenas de universitários, que gritaram palavras de ordem contra a medida e chegaram mesmo a obrigar a uma interrupção na Reunião de Câmara.

Aos estudantes que estavam no Salão Nobre, Macário Correia frisou nada ter contra as suas atividades académicas, mas que tinha de atender «aos legítimos pedidos» da população, que se queixou de ruído excessivo «até altas horas da madrugada».

Sendo um evento que dura dez noites, o autarca disse não poder subscrever uma autorização que coloca em causa o descanso dos moradores das ruas adjacentes à festa, já que «as pessoas acordam cedo para trabalhar e as aulas já começaram».

Quanto a emissão de duas licenças, a segunda das quais bastante restritiva, na opinião dos estudantes, Macário Correia justificou que a primeira tinha sido emitida sem seu conhecimento e «sem ter em conta um parecer do departamento responsável».

«Ainda permiti que esta licença vigorasse uma noite, mas quando no dia seguinte, pela sete horas da manhã, passei no local, deparei-me com garrafas de vidro e copos de plástico na zona fora do recinto e na faixa de rodagem», revelou.

Aliado às queixas de ruído que foi recebendo ao longo de terça-feira, «que não foram uma nem duas», o presidente da Câmara de Faro decidiu emitir uma nova licença, onde o horário de fecho era estipulado para as 2 horas para todos os dias do evento menos a próxima sexta-feira, em que poderá funcionar até às 3 horas.

Uma situação que está longe de agradar os estudantes, nomeadamente a AAUAlg que organiza o evento, já que «foram assumidos compromissos» que não poderão ser cumpridos.

No sábado, por exemplo, é noite de «Alcoolização dos Perús», uma iniciativa emblemática da Receção ao Caloiro e para a qual já está contratado um DJ de renome.

Esta festa, disse Guilherme Portada já depois de abandonar o Salão Nobre, «não vai decorrer em Faro», mas ainda não foi decidido onde se realizará. No passado, a escolha recaiu durante muitos anos na discoteca Kadoc.

A decisão de trazer para Faro a «Alcoolização dos Perus» esteve ligada a questões de segurança, nomeadamente rodoviária. «Se houver algum acidente grave, a responsabilidade será do engenheiro Macário», disse o presidente da AAUAlg.


In Barlavento Online



A decisão da Câmara Municipal de Faro, personificada na figura do seu líder máximo, Macário Correia é no meu entender justificada.


O presidente da Câmara Municipal de Faro, é o presidente de todos os farenses, e desta forma não pode nem deve prejudicar largos milhares de residentes durante vários dias seguidos, em beneficio da diversão (e por vezes mais que isso...) de pouco mais de mil estudantes que ocupam por estes dias o parque de estacionamento livre situado no centro da cidade. Quando Faro, capital de distrito do Algarve, em pleno século XXI ainda não dispõe de um espaço vocacionado para este tipo de eventos, sendo ocupado um espaço nobre da cidade, há que avaliar primeiramente a dimensão e projecção do evento, para se decidir se os farenses tem que fazer sacrifícios... Ora, neste caso concreto, a Recepção ao Caloiro, no meu entender não tem uma abrangência transversal na sociedade farense, pelo que, às excepção dos participantes no evento, creio que serão poucos os farenses que não concordarão com a medida de Macário Correia.


Aliás, esta situação não se tratará mais do que uma arma de arremesso político por parte do dirigente da JS Faro, e também da Associação Académica da Universidade do Algarve, Guilherme Portada, curiosamente o filho do grande amigo de Macário Correia, o Sr. José Apolinário... Por isso se torna caricata toda esta manifestação, tendo em conta os motivos em causa, para além de se lamentarem afirmações demagogas como "Se houver algum acidente grave, a responsabilidade será do engenheiro Macário", interrogando-nos se nos outros anos, e tendo em conta que a alcoolização dos perus era na Kadoc, se algum dirigente da AAUALG foi parar à cadeia por homicídio por negligência...


Com tudo isto, creio que num evento como a Semana Académica, o regime de excepção com horários alargados para o funcionamento dos recintos é justificado tendo em conta a importância do evento, mas deverá haver bom senso das partes envolvidas, pois a imagem acaba por não ser dignificante, primeiro devido à emissão de dois pareceres diferentes e depois pela discussão do tema central...

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

À procura de receitas


A Associação de Municípios de Loulé e Faro pretende instalar um parque de autocaravanismo na área verde equipada do Parque das Cidades. O projecto visa a obtenção de receitas para minorar os actuais problemas financeiros resultantes dos pesados encargos com o Estádio Algarve.

Há que arranjar alternativas para tentar resolver a actual situação, que é insustentável", refere o presidente da Câmara de Loulé, Seruca Emídio, de quem partiu a ideia de criar este parque. O equipamento terá ao dispor um posto de combustível e de estruturas de apoio.

O autarca salienta que existe muito autocaravanismo selvagem e que quem o pratica se justifica sempre com a falta de parques, pelo que entende que o projecto tem viabilidade do ponto de vista económico, até porque a localização "é óptima". "Não seremos nós a gerir o parque; será feito um concurso público", adianta Seruca Emídio.

Está também em análise a hipótese de construção de um parque de diversão que poderá ser integrado no concurso para a gestão por privados do estádio.

O Estádio Algarve, construído para o Euro’2004, representa um encargo financeiro de três milhões de euros por ano. Seruca Emídio diz que o estádio tem uma componente regional e nacional, mas faltam as contrapartidas. Além disso, têm sido disponibilizados gratuitamente terrenos do Parque das Cidades para equipamentos públicos.



Aplaudo as ideias dos autarcas de Faro e Loulé por forma a dinamizar o espaço. Sem que à vista esteja em marcha efectiva qualquer um dos projectos prometidos pelo Governo, terão que ser as autarquias a puxar dos galões e a procurar criar em torno deste espaço, sítios-âncora por forma a criar um pólo de diversão, restauração e neste caso, caravanismo, dinamizando o espaço e multiplicando receitas para abater na folha de custos anual do Parque das Cidades. Nada que já não tenhamos falado neste espaço à muitos meses atrás...

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Recepção ao Caloiro 2010



Associação Académica da Universidade do Algarve apresentou o cartaz para a Recepção ao Caloiro 2010.

O evento irá contar com as actividades “da praxe” como não poderia deixar de ser, desde a sapatada à garraiada, da missa do caloiro à procissão das velas, e como já têm vindo a ser hábito o desfile do caloiro acompanhado pelo Trio Eléctrico, prometendo encher as ruas de alegria e folia durante o seu habitual percurso pela cidade de Faro.

Este ano nomes como Rute Marlene, Emanuel, Homens da Luta marcam algumas das noites, anunciando mais uma grande Recepção ao Caloiro. DJ Diego Miranda foi o escolhido para a noite da Alcolização do Perú.

O evento encerra com a habitual Serenata, que irá decorrer no dia 1 de Outubro, no Largo da Sé,às 22h.




E para desgosto de muitos o Largo de S. Francisco ficará ocupado durante mais 3 semanas...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Faro: Rosa Mota é madrinha da 1ª "Maratona do Algarve"






A primeira maratona, famosa corrida de resistência de 42,195 quilómetros, do Algarve realiza-se a 10 de outubro, em Faro, e a organização estima receber no "ano zero" 350 inscrições. Rosa Mota é madrinha da prova.


Faro quer entrar para o roteiro das "grandes maratonas nacionais e internacionais" e desenvolver um turismo desportivo que, no futuro, transforme a prova de atletismo num evento à escala da concentração de motos de Faro, que reúne todos os anos na capital algarvia milhares de turistas, declarou hoje António Campos, da organização.

António Campos, diretor geral da Xistarca, a empresa que está a organizar a "Maratona do Algarve", declarou na conferência de imprensa dada hoje na Câmara Municipal de Faro que a "Maratona de Faro" tem até ao momento "300 inscrições", onde 50 desses concorrentes são estrangeiros vindos de Espanha, França, Suécia, EUA e África do Sul.

A organização estima, contudo, que dia 10 de outubro o número de participantes atinja os 350, um valor idêntico aos participantes da primeira "Maratona Carlos Lopes".

Nas grandes capitais e principais centros turísticos, as maratonas movimentam mais de quatro milhões de praticantes em todo o mundo.

A campeã olímpica Rosa Mota vai ser a madrinha da "Maratona do Algarve", prova com preocupações ecológicas e, por isso, batizada de "Eco Maratona", porque vai utilizar carros elétricos e copos de cartão em vez de garrafas de plástico, uma forma do evento ser amigo do Ambiente e celebrar o Ano Internacional da Biodiversidade.

O orçamento para a prova ronda os 50 mil euros, mas ainda não há patrocinadores oficiais, apenas apoio logístico da Câmara de Faro.

"Mesmo sem patrocinadores no ano zero da Maratona do Algarve, a prova vai realizar-se", garante a organização que acredita que o evento desportivo tem "pernas, pés e cabeça para andar", como referiu o presidente da Associação de Atletismo do Algarve, Lara Ramos, também presente na conferência de imprensa.

A Maratona do Algarve tem partida às 09h00 na pista de Atletismo da Câmara de Faro e desenrola-se em duas voltas a um circuito que percorre as principais artérias da cidade e que depois se alarga ao parque das Cidades e à parte rural do concelho, nomeadamente Mar e Guerra, Patacão, Bela Salema e Conceição.

No dia da Maratona do Algarve, 10 de outubro, Faro também vai receber uma "Meia Maratona" (21 quilómetros) com partida às 10h20, uma "Marcha Corrida" (10 quilómetros) e uma "Corrida de Família" (seis quilómetros).

Todos os eventos são abertos à população em geral, mediante inscrição prévia aqui.

A "Maratona do Algarve" nasce precisamente no ano em se comemoram os 2.500 anos da histórica Batalha de Maratona (490 A.C), onde se inspirou a epopeica corrida de resistência.


Faro sempre foi uma cidade virada para o Atletismo, com tradições nesta modalidade tão abrangente e que ano após ano conquista mais adeptos. Lembro o Grande Prémio do Reis, que leva à baixa farense todos os anos milhares de pessoas nas primeiras tardes de sábado de Janeiro, tal como me recordo de outros eventos que se realizavam na nossa cidade, caso de um circuito na Penha, que entretanto foi descontinuado...


Agora, só se pode aplaudir esta visão mais ambiciosa, e que com a participação de todos pode marcar no futuro, a nossa cidade como referência neste tipo de eventos desportivos, sempre de uma forma responsável, mas dinamizando uma cidade que ao longo dos últimos anos tem sido esquecida pelos grandes promotores, em detrimento de outras cidades algarvias... O voto é que este seja o ponto de partida para a criação de outros eventos de qualidade e dimensão na nossa cidade, que não sejam organizados de forma desgarrada, mas com uma sequência que perdure no tempo, promovendo Faro com o prestigio que merece.