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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Um assalto...



A propósito de mais um inocente aumento do preço do gasóleo, como se pode ler aqui, tive logo o inocente pensamento de comprar esta t-shirt...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Jumbo pode abrir dois postos low cost no Algarve


A Auchan vai abrir, este ano, mais quatro postos de abastecimento de combustível low cost em Portugal, segundo avança o Diário Económico.

O jumbo tem já 20 postos de abastecimento, com uma quota de mercado de 7%.
"O posto Jumbo já é visto como o mais barato da zona, conquistámos a notoriedade da marca", defende o director da área de negócio das gasolineiras da Auchan, Miguel Costa, em entrevista ao Diário Económico.

Dois dos novos postos serão instalados no Algarve, uma zona onde ainda não está presente com gasolineiras.


Para ter a gasolina e o gasóleo 10 a 12 cêntimos mais barata que as outras petrolíferas, Miguel Costa explica que não há a figura de concessionário, que ganhe uma margem sobre as vendas, e não são necessários muitos funcionários, tendo em conta que não têm posto de venda de tabaco ou revistas como acontece noutros casos.

In I Online


Tudo indica que um destes postos de combustíveis low cost irá ficar instalado na capital algarvia, junto ao Fórum Algarve, quando se sabe que o projecto para expansão do Fórum Algarve está em evolução...

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

OE2011: Preços mais baixos de combustíveis, alimentos e roupa levam muitos a Espanha


O aumento do preço dos combustíveis devido à subida do IVA está a aumentar número de portugueses a atravessar a fronteira para abastecer em Espanha. Gás a metade do preço e preços mais baixos também nos alimentos e artigos de limpeza.


Se a corrida ao país vizinho para comprar combustível, artigos de supermercado ou roupa, sobretudo por parte dos que residem perto da fronteira, já se fazia notar antes, agora é ainda mais evidente, com a subida do IVA para 23 por cento desde 1 de janeiro.

Segundo constatou a Lusa, a diferença no preço do litro de gasolina praticado num posto Galp em Vila Real de Santo António e noutro posto da mesma petrolífera, a poucos quilómetros, em Ayamonte, rondava hoje os 26 cêntimos.

Também o preço das botijas de gás apresentava uma diferença considerável: 22,5 euros na Galp portuguesa contra 13,20 euros na congénere espanhola, ou seja praticamente metade do preço.

Um dos funcionários do posto algarvio disse à Lusa que, no que respeita ao combustível, a maior diferença é mesmo na gasolina, pois a Galp lançou antes do final do ano uma promoção que reduziu o preço do litro de gasóleo em dez cêntimos.

Mesmo assim, a diferença no movimento de carros num e noutro posto eram hoje de manhã notórias e, no caso do posto espanhol, uma boa parte dos carros ali paravam tinham matrícula portuguesa.

"Aqui deve haver mais portugueses a abastecer do que em Portugal e a maioria vem para encher o depósito", diz o funcionário do posto espanhol, que afirma não sentir grande diferença na afluência desde 1 de janeiro já que a prática "era prática comum".

É o caso de José Viegas Ramos, que mora perto de Vila Real de Santo António e que vai quase todas as semanas a Ayamonte, a primeira cidade espanhola a seguir à fronteira, para atestar o depósito da sua carrinha.

O reformado confessou à Lusa que vai a Espanha pôr gasolina há cerca de cinco anos, ou seja, "desde que os preços começaram a subir sem parar" e justifica-se dizendo que "vale a pena" já que a diferença é "muito grande".

"A diferença entre atestar o depósito em Portugal ou em Espanha é mais ou menos de dois contos [dez euros]", diz, sublinhando que o Estado português "explora tanto" que é preciso procurar alternativas.

Outro dos automobilistas com quem a Lusa falou, Vítor Brígida, "juntou o útil ao agradável" e decidiu abastecer o depósito num passeio a Ayamonte, mas confessa que "normalmente não liga muito aos preços".

"Claro que aqui é mais barato mas como moro longe da fronteira [em Lisboa] não devo fazer isto muitas vezes", afirma, concordando com os automobilistas que o fazem e para os quais a diferença de preço aliada à proximidade justifica a deslocação.

Contudo, não é só o preço do combustível que atrai os portugueses, também a comida e sobretudo os artigos de higiene levam muitos nacionais a fazer compras nos supermercados espanhóis, principalmente nas grandes superfícies.

Segundo uma empregada de um supermercado da cadeia Reina, em Ayamonte, veem-se cada vez mais portugueses naquela cidade a fazer compras, sobretudo produtos de higiene, que, diz, são muito mais baratos do que em Portugal.

"Aqui não se vê tanto, é mais nas grandes superfícies, mas sentimos muito a presença de portugueses aqui em Ayamonte", afirma.
In Observatório do Algarve, via Agência Lusa



Apesar de tudo a diferença de 26 cêntimos não é tão significativa como no passado. Todos sabemos que os preços são muito mais inflacionados deste lado da fronteira, mas no passado a diferença foi superior. Mais enscandaloso é o preço do gás, que é metade do que é em Portugal. Um autêntico escândalo! Depois queixem-se (os políticos) que a receita fiscal é inferior ao previsto... Quem tudo quer, tudo perde...

terça-feira, 8 de junho de 2010

No Algarve há reservas de gás natural para abastecer Portugal durante 15 anos


No Algarve há reservas de gás natural para abastecer Portugal durante 15 anos


O Algarve "tem reservas suficientes de gás natural para cobrir o consumo interno de Portugal durante 15 anos". Administrador da petrolífera Partex criticou o Governo pelo impasse na pesquisa. Mas há quem receie acidentes ecológicos.




António Costa da Silva falava no seminário 'Prospecção e exploração de gás natural nas águas profundas da costa do Algarve: as perspetivas energética, económica e ambiental', que decorreu hoje em Loulé.

“Desde 2002, quando o concurso terminou, a Repsol apresentou-se a concurso, é um concurso internacional aberto, a Repsol ganhou e hoje estamos senão me engano em 2010”, ironizou o especialista em pesquisa de gás natural e petróleo, questionando o Governo sobre o porquê de até agora não ter assinado o contrato.

"A 40 quilómetros da costa algarvia existem reservas de gás natural suficientes para cobrir o consumo interno de Portugal durante 15 anos", estimou António Costa da Silva.

O Algarve, segundo estudos divulgados, tem potencial elevado para gerar gás, com uma capacidade cerca de 20 vezes superior às reservas que foram encontradas nos campos do Golfo de Cádiz, em Espanha.

António Costa da Silva recorda que na “bacia do Algarve existem os diferentes componentes para procurar gás natural”.

Existem rochas geradoras de hidrocarbonetos, armadilhas estruturais, rochas reservatório, há migração dos fluidos e já foram perfurados cinco poços no passado, recordou o especialista, acrescentando que valeria a pena perfurar no deep offshore (nas águas profundas) e desenvolver o projeto, porque os riscos associados são “pequenos e os benefícios para o Algarve e país seriam enormes” defende o administrador da Partex.

Recorde-se que a exploração de hidrocarbonetos na costa algarvia, um assunto falado há mais de 15 anos, teve em 2007 desenvolvimentos, quando o Governo firmou em Janeiro desse ano três contratos com um consórcio composto pela empresa australiana Hardman Resources e pelas empresas portuguesas Partex e Galp, concessionando a pesquisa e exploração de hidrocarbonetos ao largo da Costa Vicentina.

Já a concessão ao largo da ria Formosa, a que concorreu um consórcio liderado pela empresa espanhola Repsol, também deveria ter sido assinado naquele ano, alegadamente sem concurso público.

O assunto foi levado ao Parlamento pelo líder regional do PSD, Mendes Bota, que afirma não existirem garantias de que a região seja indemnizada, em caso de um acidente ou desastre ambiental.

"Há apenas um seguro que retira uma pequena percentagem do orçamento anual das companhias petrolíferas, mas que de maneira nenhuma cobre os prejuízos em caso de catástrofes", referiu na altura o deputado social-democrata, para quem a região vai ficar numa posição de alto risco e ainda mais vulnerável a acidentes ecológicos com consequências desastrosas, uma vez que "já passam centenas de petroleiros pela costa da região, mas com estas explorações vão passar muitos mais e o risco vai ser agravado".

Acidente Ecológico ou benefício “entre 1 400 a 1 500 milhões de euros por ano”?

"Mapear os recursos naturais em Portugal" é, pelo seu lado, o concelho que António José Silva deu ao Governo, na sua intervenção em Loulé, referindo que a estimativa de gás que se poderia retirar do Algarve pouparia ao país “entre 1 400 a 1 500 milhões de euros por ano”.

Em sua opinião, gerar emprego ou diminuir a dependência energética de Portugal em relação ao exterior são outros dos benefícios que poderiam advir da descoberta de gás natural ao largo do Algarve.

“O país paga uma fatura energética elevada e não podemos esquecer que cerca de 15 por cento tem a ver com importações de gás natural”, sustentou no colóquio em Loulé o administrador da Partex, que pertence à Fundação Calouste Gulbenkian.

“Os espanhóis exploram gás natural desde 1976 no Golfo de Cádiz, mas Portugal, ao nível do seu posicionamento estratégico, tem fragilidades e não conseguimos projetar o país a 20 a 30 a 50 anos”, lamentou, afirmando que o Estado “tem uma missão de soberania para explorar os recursos”, porque Portugal tem das “maiores zonas económicas exclusivas do mundo com recursos mapeados”.

In Observatório do Algarve



O interessante era saber se, consumando-se este negócio a tal verba monstruosa de 1400 milhões de euros seria aplicada em exclusivo directa ou indirectamnte na região algarvia, criando novos alicerces industriais e melhor qualidade de vida à região, em vez desse dinheiro ser entregue mais uma vez na capital, sabe-se lá para beneficio de quem...

terça-feira, 6 de abril de 2010

Portugal com 5ª gasolina mais cara da UE

A gasolina sem chumbo 95 vendida em Portugal no quarto trimestre do ano passado foi a quinta mais cara dos 27 países da União Europeia, segundo o boletim de acompanhamento do mercado dos combustíveis da Autoridade da Concorrência.

A disparidade de preços de venda ao público é "significativa", segundo a Autoridade da Concorrência (AdC), sendo a mais cara a vendida na Holanda (1,388 euros por litro) e a mais barata a registada na Roménia (0,899 euros).

"Em média, durante o quarto trimestre de 2009, o preço médio de venda ao público em Portugal da gasolina 95 manteve-se superior à média dos da UE27", lê-se naquele documento, que refere um preço médio de 1,280 euros por litro em Portugal naquele período contra a média de 1,206 euros por litro da UE27.

O ano de 2009 caracterizou-se por uma subida continuada dos preços dos combustíveis rodoviários em Portugal durante os primeiros seis meses e por uma estabilidade de preços no resto do ano.

Comparando o ultimo trimestre do ano passado com o trimestre anterior (julho a setembro 2009) o preço da gasolina 95 diminuiu oito cêntimos por litro, mas relativamente ao trimestre homólogo de 2008 (setembro a dezembro) o preço aumentou 4,5 cêntimos por litro.

No gasóleo, pelo contrário, o boletim refere uma redução de 8,8 cêntimos por litro entre os preços do quatro trimestre de 2009 e os de igual período do ano anterior, mas regista um aumento de 1,3 cêntimos por litro face ao terceiro trimestre do ano passado.

Em Portugal, os supermercados são os que praticam os preços mais baixos na venda a retalho de combustíveis, enquanto os restantes postos de outros operadores independentes tendem a praticar preços semelhantes aos das petrolíferas.

Segundo dados da AdC, a diferença média de preços entre as principais petrolíferas e os postos de supermercados foi de 11,8 cêntimos por litro para a gasolina 95 e para o gasóleo no quarto trimestre de 2009.

Entre setembro e dezembro do ano passado, o diferencial de preços entre petrolíferas e postos de supermercado foi "particularmente elevado" no último mês do ano, quando o preço da gasolina 95 nos postos de supermercado era 11,9 cêntimos por litro abaixo da média dos preços de venda das petrolíferas.

Analisando as alterações diárias dos preços máximos da gasolina 95, recomendados de venda ao público das quatro empresas petrolíferas a atuar em Portugal - Cepsa, Galp, Repsol, BP -, a AdC conclui que seguiram as mesmas tendências de evolução, tendo sido alterados em média uma vez por semana.

In Observatório do Algarve


Interessante esta notícia que mais uma vez põe a nu duas vertentes bem distintas, ambas em claro prejuízo do consumidor português. A primeira e comum a todos os vendedores, que transaccionam os produtos petrolíferos, com taxas bem mais altas em Portugal do que na grande parte dos países componentes da UE, acumulando ainda outro imposto (IVA) sobre o Imposto sobre Combustíveis.


Depois, talvez ainda mais escandaloso é perceber que a concertação de preços entre as maiores gasolineiras permite vender em média 10 cêntimos mais caro o "produto" do que uma qualquer gasolineira associada a um grupo alimentar, o que mostra bem, o quão escandaloso é o aproveitamento desta situação para criar ainda mais dificuldades aos portugueses, quando se soube à dias que 6 dos administradores da GALP, receberam 4 milhoes de euros de remunerações em 2008 à custa destas atitudes...


Por curiosidade, hoje, no melhor programa de rádio português, a Prova Oral do grande Fernando Alvim, o tema era basicamente os carros movidos a energia eléctrica, e do que se percebeu no fórum, parece que mais dia menos dia, apesar do desinteresse dalguns fabricantes automóveis, petrolíferas e dos próprios Estados, coniventes com os grandes grupos petrolíferos, estes veículos poderão ser uma alternativa séria aos carros convencionais... Por sinal, o veículos mais rápido do mundo é mesmo uma mota movida a energia eléctrica, que consegue uma aceleração de 100 km/hora em 1 segundo...

Não me perguntem é como....

quinta-feira, 14 de maio de 2009

E esta hein?

Se ainda hoje ouvi no Telejornal que o barril de petróleo ja está a ser transaccionado a preços acima do habitual nas últimas semanas, leio agora esta notícia, no qual o jovem 100% COOL beneficiará de senhas de combustivel grátis... Se a moda pega, vão as garrafeiras à falência e a GNR deixa de facturar mais uns trocos... Mas calro, isto só depois da Semana Académica!!