sábado, 30 de janeiro de 2010

Sismo de magnitude 7.5 no Algarve reduzia a metade as infra-estruturas básicas

Se o sismo que ocorreu a 17 de Janeiro de 2009 tivesse tido a magnitude de 7.5 na escala de Richter, 50 por cento das infra-estruturas básicas (hospitais, centros de saúde, escolas) ficariam inoperacionais. Esta é uma das principais conclusões do «Estudo de Risco Sísmico e Tsunami do Algarve» apresentado na sexta-feira, na Universidade do Algarve.

Os cálculos foram efectuados através de uma ferramenta informática desenvolvida por este estudo, que irá permitir agir em situação de crise, mas sobretudo fazer “prevenção”. De acordo com Sousa Oliveira, coordenador deste estudo, este simulador permite “estimar e visualizar as previsões de danos, devidamente geo-referenciadas, para uma melhor e mais eficaz gestão da emergência”.

“Um sismo como o do Haiti poderia causar danos importantes na população e a inoperacionalidade de muitas redes”, afirma, ressalvando que embora não exista uma grande probabilidade de ocorrer um sismo desse género, ele pode ocorrer em qualquer altura.

Num cenário hipotético e partindo do princípio que os diplomas de construção existentes foram respeitados em todas as construções posteriores à sua publicação, um sismo com a intensidade de 7.5 na escala de Richter, com epicentro a 68 quilómetros de Faro provocaria cerca de 13 mil desalojados, 593 feridos e perto de 1.000 mortos.

“Em média conhecemos as vulnerabilidades dos edifícios, em função da época de construção, do regulamento que estava em vigor e de uma série de questões. Este simulador permite saber isso. Sabemos qual o parque mais vulnerável. Temos que actuar, estabelecendo prioridades de reabilitação, para que se possam melhorar as características resistentes dos edifícios”, garante Sousa Oliveira.

No que concerne ao parque habitacional existente diz que há de tudo. “Há uns mais antigos onde a vulnerabilidade é maior. Há os mais novos em que a resistência é melhor. Outro aspecto muito importante é a qualidade: não basta ter bons regulamentos, mas precisamos de saber se eles são cumpridos à risca. Tudo o que fizémos é partindo do princípio que a qualidade é boa”, assegura.

Caso fosse gerado um tsunami (onda gigante), este demoraria 12 minutos a atingir a costa vicentina e cerca de 30 minutos a chegar a Faro. Os cenários estudados, prevêm a inundação de Quarteira e Vilamoura e da baixa da cidade de Faro.

A água pode subir três a quatro metros, dependendo da magnitude do sismo. O efeito do tsunami é a combinação de duas coisas: o que vai ser alagado e a velocidade com que onda entra em terra”, explica o responsável do estudo.

O estudo decorreu ao longo dos últimos dois anos (2007-2009) e possibilita ainda prever cenários de catástrofe consoante a altura do ano (Inverno ou Verão), tendo em conta que a população algarvia passa de cerca de 400 mil habitantes para 1,5 milhão de residentes na época alta, e ainda de acordo com a hora do dia, intensidade e distância da costa algarvia.

Com esta ferramenta, vai ser possível definir um plano de emergência para os diversos cenários de catástrofe que podem ocorrer.
In O Algarve
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O "Mundo" está a mudar, não sou eu que o digo, são os sinais cada vez mais intensos de catástrofes a todos os níveis. O Homem destruiu e destrói o meio ambiente e tudo isso têm consequências...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A ANEDOTA em que se tornou PORTUGAL

Uma adolescente de 16 anos pode fazer livremente um aborto;

Mas não pode pôr um piercing.

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Um jovem de 18 anos recebe 200€ do Estado para não trabalhar;

Um idoso recebe de reforma 236€ depois de toda uma vida do trabalho.

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Um marido oferece um anel à sua mulher

E tem de declarar a doação ao fisco.

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O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador

E demora 3 anos a corrigir o erro.

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Nas zonas mais problemáticas das áreas urbanas existem 1 polícia para cada 2000 habitantes;

O Governo diz que não precisa de mais polícias.



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Um professor leva uma coça de um aluno

E o Governo diz que a culpa á das causas sociais.

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O café da esquina fechou porque não tinha WC para homens, mulheres e empregados.

No Fórum Montijo o WC da Pizza Hut fica a 100 metros

E não tem local para lavar mãos.

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O governo incentiva as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo

E depois multa quem coloca óleo vegetal nos carros porque não paga
ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos).

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Nas prisões são distribuídas gratuitamente seringas por causa do HIV,

Mas é proibido consumir droga nas prisões!

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No exame final de 12º ano és apanhado a copiar e chumbas o ano,

O primeiro-ministro fez o exame de inglês técnico em casa e mandou por fax e é engenheiro.
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Um jovem de 14 anos mata um adulto, não tem idade para ir a tribunal.

Um jovem de 15 leva uma chapada do pai, por ter roubado dinheiro para droga…

É violência doméstica!

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Uma família a quem a casa ruiu e não tem dinheiro para comprar outra, o estado não tem dinheiro para fazer uma nova, têm de viver conforme podem.

6 Presos que mataram e violaram idosos vivem numa sela de 4 e sem wc privado,
não estão a viver condignamente e associação de direitos humanos faz queixa
ao tribunal europeu.

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Militares que combateram em África a mando do governo da época na defesa de território nacional não lhes é reconhecido nenhuma causa nem direito de guerra,

Mas o primeiro-ministro elogia as tropas que

estão em defesa da pátria no KOSOVO, AFEGANISTÃO E IRAQUE.

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Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem,

Não pagas as finanças a tempo e horas passado um dia já estas a pagar juros.

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Fechas a janela da tua varanda (marquize) e estás a fazer uma obra ilegal,
Constrói-se um bairro de lata e ninguém vê…

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Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a trabalhar contigo num ofício respeitável, é exploração do trabalho infantil,
se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas
8 horas por dia ou mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe!

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Numa farmácia pagas 0.50€ por uma seringa que se usa para dar um medicamento a uma criança.

Se fosse drogado, não pagava nada!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Faro: Polícia cerca "acampamento do depósito de água" por suspeita de armas ilegais

A PSP de Faro cercou hoje o denominado "acampamento do depósito de água", em Faro, com cerca de 80 agentes numa operação de fiscalização por suspeita da existência de armas ilegais naquele bairro degradado.

Segundo o comissário da PSP Jorge Carneiro, “a operação pode ser incluída na tipologia” no conjunto de mega-operações anunciadas na sexta-feira pelo ministro da Administração Interna Rui Pereira, durante uma visita ao Algarve.

O comissário adiantou que têm sido reportados por moradores sucessivos problemas relacionados com armas ilegais no bairro.

Na terça-feira a PSP recebeu queixas de disparos no local, tendo mesmo um projéctil entrado numa habitação vizinha, sem , no entanto, provocar feridos.

No terreno estiveram hoje cerca de 80 agentes da PSP, entre elementos do corpo de intervenção, equipas de intervenção rápida, de patrulhas, do núcleo de armas e explosivos e dos departamentos de investigação criminal e trânsito.

O bairro foi cercado durante uma hora ao fim da tarde e a PSP fiscalizou todas as habitações, assim como os veículos que circulavam nas proximidades.

O responsável remeteu mais resultados da operação para um comunicado a divulgar na quinta-feira de manhã.

In Barlavento Online

Noutras épocas, ainda quando a zona da Escola Pinheiro e Rosa não estava urbanizada, (nem o Modelo ainda havia), me recordo de percorrer uma ladeira nas imediações para ir apanhar o autocarro junto à TMN... Eram os tempos da Secundária e não me esqueço de nalgumas tardes sentir no ar as pequenas balas de pressões de ar, que estavam escondidas nas barracas instaladas nas imediações daquela escola... Estórias para contar aos netos, não querendo generalizar todas as pessoas que infelizmente habitam nesses guetos mas que em regra geral acabam por ser nichos de insegurança para os munícipes...

'Salvação' do Farense em pausa

Reunião entre António Barão e Macário Correia deixou apenas uma definição: o Estádio de São Luís é municipal. Dirigente diz que possíveis compradores vão apresentar propostas.

O desfecho da reunião de quinta-feira, entre o presidente do clube da capital e o edil farense, parece ter criado conclusões divergentes. Se, por um lado, Barão mostra-se optimista sobre a 'salvação' do Farense, Macário Correia espera para ver.

“Pode dizer-se que o principal da reunião foi atingido, que era o dissipar de uma dúvida que há muito tempo estava no ar sobre a vontade de Macário Correia querer resolver a questão do clube. Ele está em sintonia connosco”, diz, ao Observatório do Algarve, António Barão.

Esta “sintonia” diz respeito à possível venda de parte do Estádio de São Luís e um terreno para abater um passivo do clube, que ronda os nove milhões de euros. Espaços que persistia a dúvida se eram municipais ou do clube.

Macário sabe. “Há uma certeza: o Estádio [de São Luís] pertence à Câmara de Faro e, juridicamente, o Farense não tem terrenos”, assevera o autarca.

O edil farense parece querer distanciar-se, afirmando que “a dívida foi contraída internamente, pelos dirigentes do Farense, e a Câmara nada tem a pagar. A única dívida que nos diz respeito é de cerca de 1 milhão de euros, contraída pela empresa municipal Ambifaro, para comprar acções do Farense [à Halcon, em 2001]”.

António Barão avança ainda que no final da reunião ficou definido que os possíveis compradores iriam apresentar as propostas, algo que o edil farense espera para ver: “apenas me falaram de pessoas que tinham algumas ideias, mas não me chegou nada”.

Não quero dizer que estou contra a resolução do problema, só quero deixar bem vincado que a Câmara nada tem a ver com o assunto. Temos as nossas próprias dívidas para nos preocupar, que atingem os 80 milhões de euros”.


È interessante como duas pessoas com responsabilidades, após terem uma reunião cara a cara, no final da mesma transpõe para a comunicação social ideias tão desarticuladas, mas que no fundo nunca põe em causa um possível negócio... Se António Barão e Macário Correia são dois homens de vontades, pensava eu que seria um processo mais rápido todas estas permutas e consequentes negociações com os interessados...


Uma coisa é certa e sempre o referi desde os tempos de José Vitorino... Se o Farense está como está, só se pode queixar de si...

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

João, já apostaste?


Taça da Liga volta a decidir-se no Estádio Algarve

O Estádio Algarve vai receber, pela terceira ocasião consecutiva, o jogo decisivo da Taça da Liga, marcado para 20 de Março, anunciou hoje a Liga Portuguesa de Futebol Profissional.

A revelação foi feita à margem do sorteio das meias-finais da terceira edição da prova, que contempla os desafios Sporting-Benfica, no Estádio José de Alvalade, e FC Porto-Académica, no Estádio do Dragão, agendados para 10 de Fevereiro.

Nas duas edições anteriores, Vit. Setúbal e Benfica festejaram os triunfos, ambas as vezes ante o Sporting e após a marcação de grandes penalidades.
In Região-Sul

É sempre bom que a final desta competição escolha o Algarve como local... É caso para dizer que a festa do futebol termina sempre em beleza no região mais bela de Portugal...

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Outra vez Matterazzi em polémicas...


Não... Ainda não estamos bem no Carnaval mas a vitória de ontem do Inter de Mourinho sobre o eterno rival AC Milan, proporcionou a Marco Materazzi um dos momentos mais eloquentes e polémicos do Calcio dos ultímos tempos...

Quiçá mais discutido do que as afirmações polémicas de Mourinho, que alegava que ontem se fosse preciso ganhava até com sete, numa clara alusão às questionáveis expulsões de Wesley Sneijder e Lúcio, foi o facto do veterano defesa italiano ter festejado a vitória sobre o eterno rival com uma mascara do presidente do clube rival e actual primeiro ministro italiano Sílvio Berlusconi...

Se a moda pega, imaginem o "folclore de m..." que será quando Luisão festejar uma vitória em pleno relvado do Estádio do Dragão, mascarado de Pinto da Costa...

Ciclismo: Tavira e Loulé querem a Volta a Portugal

Ambas as equipas de ciclismo apostaram na continuidade e mantiveram grande parte dos ciclistas. Volta a Portugal é objectivo máximo.

A nova época de ciclismo aproxima-se a passos largos – primeira prova a sério é a Volta ao Algarve, em Fevereiro – e as formações algarvias já têm tudo definido. Desde os patrocinadores até aos objectivos.

A equipa de Tavira começou a preparar a nova época com algumas dúvidas quanto a um dos patrocinadores principais, a Prio, mas a empresa de biocombustíveis decidiu apoiar os algarvios por mais um ano, ficando novamente com a designação Palmeiras Resort/Prio/Tavira.

Este apoio permitiu-lhes garantir um dos mais sonantes nomes que entrou na equipa na época passada: Cândido Barbosa.

O contrato ainda não foi assinado, mas já concordámos que ele [Cândido] vai ficar esta época na equipa”, assegura Vidal Fitas, director desportivo dos tavirenses.

Também a jovem promessa André Cardoso – que recentemente foi escolhido para fazer parte do projecto olímpico Londres 2012 – vai continuar a representar os sotaventinos.

Mesmo com a continuidade dos patrocinadores, o plantel vai ficar com menos dois ciclistas e agora só serão 12 a defender o título conquistado da Volta a Portugal - David Blanco venceu na secretaria, após o caso confirmado de doping de Nuno Ribeiro - objectivo que Vidal Fitas assume.

“Queríamos manter a equipa toda, mas não vamos conseguir devido à falta de verbas”, diz o técnico, que assegura que os jovens da época passada estão prontos para “maiores responsabilidades”.

De fora ficam o argentino Martin Garrido e o búlgaro Krasimir Vasilev. Para além de Cândido e Cardoso, vão continuar Alejandro Marque, Daniel Mestre, David Blanco, David Livramento, Henrique Casimiro, Luís Silva, Ricardo Mestre, Nelson Vitorino, Samuel Caldeira e Tomás Swift - Metcalfe.

Época começa sem percalços

Os graves problemas financeiros que quase atiraram para fora das estradas a equipa de ciclismo de Loulé em 2009 estão ultrapassados e para esta nova época o orçamento fixa-se em 250 mil euros – mais 50 mil que na temporada passada.

Se a equipa não tivesse conseguido angariar as verbas, não teria tido uma Volta a Portugal como há muito não se via, com dois atletas a vencerem etapas - João Cabreira e Eládio Jimenez venceram a 4ª e 6ª etapa – mesmo com um dos mais baixos orçamentos em competição.

“Ainda sentimos o efeito da crise e temos uma equipa, apesar de tudo, com algumas limitações. Mas a crise tem, infelizmente, dois lados e agora, por menos dinheiro, conseguimos formar um plantel com aspirações”, diz Jorge Piedade, director desportivo da equipa.

Com patrocinador novo, a CC Loulé/Louletano/Orbitur/Aquashow parte para 2010 com um plantel de 12 ciclistas: sete continuam e chegam cinco novos atletas.

Garantimos a continuidade daqueles que são os principais atletas e apostámos em ciclistas mais novos. No entanto, a qualidade não saiu e temos um grupo mais equilibrado que no ano passado”.
Saídas essas que passam pelo espanhol Eládio Jimenez - entretanto suspenso pela UCI por ter acusado positivo num controlo de doping, no final da Volta a Portugal -, Nuno Marta, Hugo Vítor, Alexandre Oliveira, Pablo de Pedro e Virgílio Neves.

Quanto a entradas, o destaque vai para dois espanhóis: Santiago Perez, 33 anos, (ex-Madeinox/ Boavista) e Constantino Zaballa, 32 anos (ex-Paredes/ Rota dos Móveis).

“Ficamos com quatro ciclistas [mais João Cabreira e Pedro Lopes] capazes de disputar etapas, sem esquecer os «sprinters» César Quitério e Pedro Soeiro. A equipa pode discutir qualquer prova, a nível nacional e internacional e isso inclui a Volta a Portugal”, assume Piedade.

Para além dos ciclistas referidos, Daniel Silva, Rogério Baptista e Bruno Saraiva mantêm-se e entram ainda Celestino Pinho, 26 anos (ex-Paredes/Rota dos Móveis), Bruno Pinto, 25 anos (ex-Barbot/Siper) e Tiago Silva, 24 anos (ex-CC Lugo/Artesanía de Galicia).


Se há dois ou três anos o pelotão nacional era composto por 10 equipas profissionais, a crise e os escandalos relacionados com o doping, que redundaram no desaparecimento das duas equipas mais poderosas do ciclismo nacional da última década (Liberty e Maia), agora o cenário é de penúria total... Este ano são apenas cinco as equipas profissionais de ciclismo, duas delas com sede no Algarve pelo que me parece que assistiremos ao longo da época, ou muito me engano, a uma competição limitada e bairrista entre o norte e sul, dum lado as equipas algarvias e do outro as restantes três (Boavista, Paredes e Barbot) sediadas no norte do país, com a entrada das equipas espanholas de segunda linha para fazer número nas provas portuguesas...

domingo, 24 de janeiro de 2010

As Notas do Farense 1-1 Pescadores Costa da Caparica

O golo do Farense foi marcado por Bruno na conversão duma grande penalidade aos 62 minutos e jogo, após falta sobre Alvarinho
Notas Positivas:
  • A exibição do Farense nos primeiros 15 minutos foi do que melhor se viu na temporada, sufocando o ex-líder da tabela, vulgarizando-o e esplanando belas jogadas de futebol a toda a largura do terreno. Um regalo para a vista...
  • Acumulando a uma exibição de nível muito satisfatório durante grande parte do jogo, a consequência foram muitas chances de golo criadas, invariavelmente perdidas pelos algarvios.
  • A apresentação do hino do centenário decorreu com dignidade perante cerca de 600 espectadores, mesmo que não sendo um número elevado, mas de si digno. Importante e sinónimo de um futuro melhor na relação entre a CMF e o SCF foi a presença de Macário Correia ao lado de António Barão e Hassan na cerimónia de apresentação do tema de José Manuel Ferreira no relvado do S. Luís...

Notas Negativas:

  • A lesão grave de David Justo foi, mais do que o resultado, o ponto mais negro da partida. Logo numa fase em que o jogador natural de Altura, estava "on fire" após a histórica exibição de quarta feira passada, não durou 20 minutos em campo devido a um lance em que aparentemente partiu o braço esquerdo.
  • Sem dúvida, que o resultado foi penalizador para o Farense, sofrendo um golo, no único remate à baliza de Gonçalo, que por sinal nem ficou muito bem na fotografia... Mas o facto é que o resultado é tão injusto como também o futuro do Farense desportivamente pode sorrir, com exibições deste calibre.
  • Não é com gosto que o faço, mas tenho que dar realce neste tópico às exibições de Alemão com a camisola alvinegra. Augurei uma grande época para este jogador, mas a cada oportunidade que dispõe, não a aproveita, passando ao lado do jogo, ganhando poucas bolas no ataque e mostrando-se ineficaz na hora de alvejar as balizas adversárias.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

As Notas do Farense 6-0 Guia

O relvado do S. Luís mais parecia nalguns sítios um campo de futebol de praia Notas Positivas:

  • Perante uma adversário de um escalão inferior, o Farense desde cedo não facilitou, mostrando muita disponibilidade para cedo resolver o jogo, mantendo o ritmo elevando na segunda parte, com uma boa dinâmica ofensiva que desconcertou a defesa da equipa da "Capital do Frango"
  • A exibição de de David Justo foi talvez a melhor desde que enverga a camisola branca dos Leões de Faro, marcando 5 golos. Abriu o marcador aos 19, repetindo a façanha num belo golo de fora da área aos 38 e marcando o seu terceiro golo ao cair do pano da primeira parte num remate rasteiro pela direita. Na segunda parte não desperdiçou um "frango" do guardião contrário e fechou a sua contagem pessoal aos 76 após uma jogada de contra ataque. Mas nem só de golos viveu David Justo, que foi incansável na busca de espaços junto à área adversária.
  • A exibição de jogadores de segunda linha como Edgar, Arlindo ou mesmo Toni, bem como o lançamento na arena do jovem Pablo foram também boas atitudes de Rui Esteves, tendo todos eles cumprindo a sua missão com nota positiva. Destaque para Arlindo que esteve impecável no eixo da defesa.


Notas Negativas:

  • O relvado do S. Luís é impróprio para a prática do futebol neste momento e dificilmente melhorará até final do campeonato. A decisão da direcção do Farense em jogar e treinar sistematicamente neste recinto está -se a mostrar um fracasso no intuito de proporcionar boas condições para os atletas e um péssimo cartão de visita para as equipas adversárias.
  • A exibição do guardião da Guia foi péssima e contribui para um dos golos farenses destablizando ainda mais a sua defesa.
  • O público anda arredado do S. Luís. A fraca publicitação do jogo por parte da AFA e do Farense redundou nuns míseros 100 espectadores...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Ex-autarca defende Loulé na disputa de terrenos com Faro

A titularidade jurídico-administrativa dos cerca de 500 hectares entre Faro e Loulé, nomeadamente em sítios como o Arneiro, mas também Mata Lobos e Vale da Venda, “pertence indiscutivelmente à freguesia de Almancil e por consequência ao concelho de Loulé”, garante Cristóvão Norte. De acordo com o ex-presidente da Assembleia Municipal de Loulé, a freguesia de Almancil foi criada através de um Decreto-lei de 6 de Novembro de 1836 e nesse diploma está bem explicitada a composição daquela entidade administrativa. E inclui os sítios atrás referidos. “Esta é uma factualidade indesmentível, dispensa quaisquer comentários porque resulta da Lei. E, aliás, não suscitou quaisquer dúvidas, quer ao nível das Finanças, registos civil e predial, tribunal ou câmara municipal, durante 93 anos”, acrescenta o advogado numa carta enviada ao semanário «O Algarve».

Segundo o também ex-vereador da Câmara de Faro, o problema começou em 1929, embora tenha permanecido “relativamente latente até ao 25 de Abril de 1974”.

Naquela data, o antigo Ministério da Fazenda, à época chefiado por António Oliveira Salazar, criou uma comissão para fazer o levantamento e o registo nas Finanças de todos os prédios rústicos existentes no concelho de Faro. O objectivo, naturalmente, era tributá-los, à semelhança dos prédios urbanos, cujo registo era obrigatório desde 1918.

A citada comissão, diz Cristóvão Norte, “ignorando os limites do concelho de Faro e não se dando ao trabalho de se informar, cometeu o erro grosseiro de se introduzir na freguesia de Almancil, nomeadamente nas zonas fronteiriças com as freguesias de Santa Bárbara de Nexe, Conceição de Faro e sobretudo na freguesia de S. Pedro, onde invadiu a freguesia de Almancil adentro numa extensão de cerca de quatro quilómetros: todos estes prédios rústicos, situados na freguesia de Almancil, foram indevidamente inscritos nas matrizes prediais do concelho de Faro, apesar de pertencerem ao concelho de Loulé”.

Com a situação criada, explica o jurista, muitos proprietários foram obrigados a pagar os seus impostos em duas cidades distintas: “a parte urbana (na altura a chamada décima) em Loulé, a onde efectivamente pertenciam, e a parte rústica no concelho de Faro, em face do erro cometido”.

Depois de muitos protestos das pessoas – especialmente por causa do transtorno das deslocações – e para mitigar o erro… cometeu-se outro erro. Ou pior ainda, semi-oficializou-se o erro cometido: um despacho governativo ordenou o pagamento de todos os impostos dessas zonas em Faro. A deliberação assumia o lapso cometido, garantia a transitoriedade da medida e prometia uma intervenção directa das entidades competentes para corrigir o erro. Mas não passou de uma intenção.

“Porque a correcção das matrizes, ordenada por despacho ministerial, continua por efectuar, o município de Faro tem evocado abusivamente esse pretexto para reivindicar uma parte do concelho de Loulé”, defende Cristóvão Norte.

O facto de muitos desses prédios estarem inscritos nas Finanças de Faro e aí pagarem impostos, ou de a Câmara de Faro ter estendido o seu Plano Director Municipal àquelas áreas, não muda em nada o disposto no Decreto-lei de 6 de Novembro de 1836, sustenta o ex-autarca.

Autarcas esperam solução de consenso.
As câmaras de Faro e Loulé decidiram criar uma comissão bipartida para solucionar a questão da delimitação administrativa entre os dois municípios.

Cada autarquia tem dois representantes e a comissão é presidida por uma personalidade independente. Segundo apurou «O Algarve», a equipa reuniu-se pela primeira vez na passada segunda-feira e deverá apresentar um relatório técnico com uma proposta de decisão no prazo de 90 dias a partir daquela data.

“O problema deve ser resolvido por mútuo acordo – é esse o meu desejo”, refere Seruca Emídio. Segundo o presidente da Câmara de Loulé, “terá de haver flexibilidade das duas câmaras, porque esta situação prejudica o desenvolvimento das regiões: temos de chegar a um ponto de definição, de equilíbrio, e a partir daí não interessa quem vai perder ou quem vai ganhar, importa sim lutar pelo desenvolvimento da zona”.

De acordo com o autarca, “da nossa parte, temos bons argumentos jurídicos, mas a Câmara de Faro também terá argumentos: agora temos de ouvi-los e, então sim, chegar a um acordo”.

O presidente da Câmara de Faro tem uma posição idêntica ao seu homólogo de Loulé: opta por não fazer “juízos” sobre o sentido da decisão e também gostaria de ver o diferendo resolvido “por consenso”.

Segundo Macário Correia, a comissão reunirá “quantas vezes forem necessárias” e tem todas as condições para emitir “um parecer técnico, isento, imparcial e fundamentado”. Até lá, não fará “quaisquer comentários” sobre a matéria.

Arneiro – Faro ou Arneiro – Loulé?
As cerca de 1.000 pessoas apanhadas neste imbróglio jurídico-administrativo passam por todo o tipo de situações: não sabem como escrever a morada e em consequência têm problemas com a correspondência; as casas estão registadas num concelho, mas a recolha do lixo e o fornecimento de água são feitos pelo outro concelho, embora votem no primeiro.

Com a segurança e a saúde a indefinição é igual: em caso de necessidade, não sabem se devem chamar a GNR de Faro ou a de Almancil; se têm de se dirigir ao Serviço de Atendimento Permanente de um ou de outro concelho.

Na impossibilidade de uma solução definitiva, os executivos dos dois concelhos têm procurado acordos pontuais. Por exemplo, o transporte escolar das crianças residentes na zona indefinida é assegurado pela Câmara de Loulé, enquanto Faro se encarrega da recolha do lixo.
In O Algarve
Eu bem me parecia que a culpa era do Salazar... Agora só outra grande personalidade poderia impulsionar a resoluação desdte imbróglio!

sábado, 16 de janeiro de 2010

FARO: Colectividades discutiram apoios com autarquia

Macário juntou ao final da tarde colectividades e clubes numa sala para discutir os protocolos financeiros. No início da tarde foram as IPSS e sábado de manhã serão as associações. Dinheiro fica à espera dos projectos a apresentar.


O presidente da Câmara de Faro está a rever todos os protocolos com as diversas instituições, colectividades e associações do concelho e entre hoje e amanhã está a desdobrar-se em reuniões.

No final da tarde de hoje, dezenas de responsáveis de colectividades deixaram uma reunião que durou cerca de duas horas onde foi apresentado um projecto de como os subsídios serão atribuídos a partir de 2010.

Foi uma reunião positiva. Há protocolos diferentes, mas penso que não deixará de haver apoio ao associativismo”, avança António Barão, presidente do Farense e director do Instituto D. Francisco Gomes - Casa dos Rapazes.

Barão lembra que há verbas a pagar de 2009 [no Farense chega aos 100 mil euros], mas garante que Macário Correia, presidente da autarquia, irá assumir esse pagamento, “com maior ou menor dificuldade porque, foi-nos dito, que a situação financeira da Câmara está caótica”.

Segundo o Observatório do Algarve apurou, os clubes terão de apresentar projectos à Câmara e só após uma revisão será dado o aval, tendo em conta que os subsídios serão distribuídos consoante alguns critérios, como o tamanho da instituição ou o número de atletas. Os pagamentos deverão começar a ser feitos ainda neste semestre.

É positivo porque todos os clubes partem de forma igual, mas vamos ver é se muitos deles têm capacidades para aguentar os próximos meses sem os apoios...”.

No que diz respeito à primeira reunião, com as IPSS (Instituições de Solidariedade Social), Barão recorda que chegaram à conclusão que, de facto, havia irregularidades na forma com a autarquia apoiava (como foi sinalizado pelo Tribunal de Contas) mas garante que Macário está “sensível a ajudar”.

“Preocupava-me o apoio à contratação dos técnicos, mas foi mostrado que querem ajudar e que não deixarão de apoiar. No entanto, ainda não está nada definido”.

Macário Correia remete todas as declarações para sábado, dia da última reunião.

In Observatório do Algarve

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Farense não tem «qualquer viabilidade» sem apoio da Câmara de Faro

O Sporting Clube Farense poderá ficar sem «qualquer viabilidade» a curto prazo, caso o dinheiro que foi protocolado com a Câmara de Faro não entre nos cofres do clube.

O aviso foi dado pelo presidente do clube António Barão, na Assembleia Geral Ordinária que decorreu ontem à noite, onde revelou também que o clube ainda não recebeu da autarquia a verba relativa a 2009, que ascende a cerca de 100 mil euros.

Apesar de a assembleia ter servido apenas para aprovar as contas das épocas 2007/08 e 2008/09, o que aconteceu por unanimidade, António Barão fez um ponto da situação aos cerca de 40 sócios presentes.

«O clube está mal e vai ficando cada vez pior. Quando viémos para cá, tínhamos um projecto, com apoios protocolados. Contávamos com essa verba, mais algum dinheiro que pudessemos angariar em donativos», explicou.

«Até Novembro tínhamos tudo [da parte da Câmara]. Neste momento temos zero», acrescentou.

Os protocolos de apoio às colectividades por parte da autarquia farense serão hoje discutidos numa reunião entre o executivo e os clubes, depois da qual António Barão prometeu informar os sócios.

Ainda segundo o responsável máximo pelo farense, a autarquia pagava ao clube mensalmente uma verba de 4800 euros «pela utilização do Estádio» e de 4100 euros, «pela utilização do pavilhão». Verbas dadas pelo «serviço público» que o clube presta, na promoção do desporto e na formação.

Neste momento, afirma António Barão, o clube não tem liquidez para pagar a jogadores e funcionários, nem para outros encargos básicos. «No jogo contra o Fabril fizémos 300 euros na bilheteira. Só o árbitro custa 500 euros e a polícia 240», ilustrou.

«Com 25 mil euros por mês, ponho o clube a funcionar», garantiu. Mas sem o dinheiro protocolado, o clube depende dos beneméritos, que acabam por ser quase sempre os mesmos.

Apesar de não ter feito o ponto de situação sobre o processo de venda do Estádio de São Luís, o presidente do Farense garantiu que o objectivo da sua equipa «é resolver e não deixar andar, como outras direcções. Se nos disserem que não há hipóteses [de vender o Estádio], viremos logo aqui para os sócios decidirem o que se fará», assegurou.

«Esta questão do estádio arrasta-se há quatro anos. Antes, havia terrenos e não compradores. Agora temos compradores interessados e parece que não há terrenos», desabafou.

«Já solicitei uma reunião muito séria com o presidente da Câmara Macário Correia», acrescentou.
In Barlavento Online

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Parque das Cidades vai despedir funcionários

A empresa que construiu e gere o Estádio Algarve, em Faro/Loulé, vai despedir a maioria dos funcionários, entre eles quadros superiores.

A empresa Parque das Cidades anunciou na terça-feira que irá despedir a maioria dos funcionários.

"Pedimos ao conselho de Administração que nos apresentasse uma proposta, no sentido da redução de custos face à situação de crise internacional e que as autarquias também atravessam, em especial a Câmara de Faro", adiantou ao Observatório do Algarve Seruca Emídio, presidente da Câmara Municipal de Loulé.

Entre os funcionários, estão arquitectos, topógrafos e outros técnicos superiores, muitos deles funcionários desde o início da empresa, criada para a realização do Estádio Algarve. Até aqui, esses profissionais eram utilizados por ambas as autarquias como 'uma espécie de gabinete técnico suplementar', explica Seruca Emídio, evitando assim o recurso a gabinetes externos a ambas as Câmaras Municipais. Mas com a redução do número de projectos e de obras, em face da crise no sector da construção, a situação alterou-se, levando as autarquias a pensar na reestruturação da empresa.

"Poderemos vir, da nossa parte, a integrar alguns profissionais, é uma situação que terá de ser estudada", afirma o autarca de Loulé.

Recorde-se que só a manutenção diária do Estádio Algarve ronda os 5 mil euros.

In Observatório do Algarve

Um dos cenários possíveis que postei num artigo que coloquei à tempos, para já não se coloca, mas o facto é que a extrutura inicial do Parque das Cidades está agora posta em causa, o que irá decerto diminuir as despesas correntes relativas àquele espaço... Vamos ver se as mudanças se ficam por aqui...

Gonçalo Galanducho reforça o ataque do Farense


O plantel Sénior de futebol do Farense foi reforçado com a entrada do ponta de lança, de 27 anos, Ricardo Galanducho.

O atleta, jogava actualmente na 2.ª Divisão da Bulgária, representou o Sporting Clube Farense nas camadas jovens do clube, durante alguns anos, e jogou em clubes como o Imortal, Serpa e Moura.

Gabinete de Imprensa - SCF

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

"Buraka" é número 1 em Espanha...

"Kalemba (Wegue Wegue)" é single mais vendido no país vizinho, à frente de Alicia Keys ou Black Eyed Peas.

A música "Kalemba (Wegue Wegue)" atingiu o número 1 do top de singles em Espanha , onde se encontra há quatro semanas, anunciam os Buraka Som Sistema no site da editora Enchufada.

"Kalemba (Wegue Wegue)" está à frente de artistas como Alejandro Sanz e Alicia Keys ("Looking For Paradise", sem segundo), Milow ("Ayo Technology", em quinto) ou Black Eyed Peas ("I Gotta Feeling", em oitavo).


Goste-se ou não, é uma pena que estes moços (e moças) não tenham "cunhas" na América... Porque o mais certo era o sucesso ser planetário...

Informação aos Sócios do Farense

Informa-se todos os sócios que o local da realização da continuação da Assembleia Geral, que se vai realizar no próximo dia 14, foi alterado para a Sala das Assembleias Gerais, Edifício Sede, 3.º andar
Gabinete de Imprensa - SCF

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Uma dica para Macário...

Mais um inverno se passa e com ele as habituais intempéries a que estamos sujeitos... Contudo, nalguns casos, estes põe a nu as carências do concelho farense ao nível das acessibilidades dentro do meio rural...

Muito se tem falado da conclusão da variante a Faro que afastará do centro da cidade largos milhares de automóveis, aumentando a qualidade de vida dos habitantes mas também de todos os que fazem de Faro a sua segunda casa durante o horário laboral.

Contudo, as obras de proximidade nas freguesias rurais podem também resolver uma pequena mas importante parte desse problema, podendo ao mesmo tempo ajudar a uma melhor circulação entre as diversas localidades do concelho farense. Digo isto porque, no meu trajecto habitual "casa-trabalho", também ele partilhado por muitos habitantes de Olhão na "hora de ponta" da manhã, utilizo regularmente dois atalhos que unificam entre si a estrada da Galvana para a Conceição de Faro e a estrada que liga o Rio Seco ao cruzamento do Chelote...

Estes atalhos, que me arrisco a dizer são utilizados por centenas de pessoas diariamente, atravessam a ribeira do Rio Seco, um deles através dum pontão improvisado e o outro, mesmo pelo leito da ribeira, atalhos esses que sofreram obras de repavimentação durante o mandato do executivo de José Vitorino mas que descuraram a construção de uma mera ponte de um sentido, com cerca de 7/8 metros de comprimento por forma a completar definitivamente a obra iniciada.

Sabemos que a actual CMF está com ínumeros problemas de ordem financeira mas como um dia escrevi neste espaço, não serão os grandes projectos prometidos, que na minha opinião satisfarão as populações do interior do Concelho, sabendo que, por pequenas obras se conquistará o reconhecimento de muitos dos habitantes dessas zonas.

Com o Inverno, o citado pontão fica intransitável, funcionando como uma pequena represa que põe em perigo alguns automobilistas mais corajosos, mas também obrigando grande parte dos habituais utilizadores a "uma volta" de mais uns 4 kilómetros, até á Conceição de Faro.

Anexo o mapa da zona em questão, com a indicação a negro dos atalhos existentes...

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Ministro quer portagens nas SCUT "dentro de curtos meses"

O ministro das Obras Públicas, António Mendonça, disse hoje esperar que a introdução de portagens nas SCUT seja uma realidade dentro de "curtos meses", mas escusou-se avançar com uma data concreta.

"Não posso neste momento avançar com datas concretas. Há condições técnicas que temos de preencher e estudar alguns pormenores, alguns detalhes", disse o ministro no final de uma visita ao Porto de Aveiro.

Questionado sobre se espera que as portagens nas SCUT sejam uma realidade nos próximos meses, o ministro respondeu assim: "Espero que não seja nos próximos meses. Espero que seja em curtos meses".

António Mendonça enveredou depois por um tom mais cauteloso: "Relativamente a esses prazos eu acho que não vou avançar com nada, porque é óbvio que isso depende de condições técnicas e de alguns factores que não dependem directamente da nossa capacidade de os concretizar, por isso acho que é prematuro dizer que é amanhã ou depois de amanhã ou daqui a um mês".

Antes, o ministro tinha considerado "positiva" a reunião que manteve com cinco presidentes de câmara do Litoral Norte que discordam da intenção do Governo de introduzir portagens na A-28, entre Viana do Castelo e o Porto.

"Esse é um assunto que está a ser estudado. Já tivemos oportunidade de dizer que não podemos olhar para o país como se estivéssemos a olhar para o umbigo. Temos que ver que os problemas não dizem respeito apenas a um concelho ou a uma zona geográfica mas que dizem respeito ao país", disse o governante.

António Mendonça defendeu que a introdução de portagens nas SCUT "significa não apenas a introdução da equidade mas também obedece a princípios de racionalidade económica".
In I Online

Parece que o meu vatícinio do dia 27 de Abril, ainda é mais negro neste momento... Porque, por agora, sem EN125 requalificada, preparem-se mesmo para deixar mais uns euros nos bolsos do Estado...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Faro/Olhão registou a mais alta taxa de ocupação hoteleira no Algarve em Dezembro

A zona de Faro/Olhão registou, em Dezembro, a mais alta taxa de ocupação hoteleira no Algarve, mas, mesmo assim, não ultrapassou os 33,5 por cento, indicam os dados da Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos da região (AHETA).

A zona algarvia onde a taxa de ocupação foi mais baixa no último mês de 2009 foi a de Lagos/Sagres, que se ficou pelos 15,8 por cento.

Em termos globais da região, a taxa de ocupação média por quarto foi de 27,8 por cento, menos 4,7 por cento que o verificado em Dezembro de 2008, atestando a continuação da tendência de quebra na hotelaria algarvia.

Em Dezembro, ainda segundo os dados da AHETA, as maiores subidas das taxas de ocupação verificaram-se em Vilamoura/Quarteira/Quinta do Lago (+21,5%) e Portimão/Praia da Rocha (+13,4%).

Pelo contrário, as maiores descidas ocorreram nas zonas de Lagos/Sagres (-18,0%), Monte Gordo/VRSA (-15,4%), Tavira (-13,9%) e Albufeira (-11,1%).

Por categorias, as principais descidas registaram-se nos hotéis e aparthotéis de 5* (-28,6%) e nos de 4* ( 20,1%). As maiores subidas verificaram-se nos aldeamentos e apartamentos turísticos de 5 e 4* (+24,3%) e nos hotéis e aparthotéis de 2* (+13,2%).

Relativamente aos principais mercados, o britânico sofreu uma descida homóloga de -21,4% e o Alemão de 3,4% nas dormidas. O mercado nacional subiu 12,1% e o espanhol 30,0%.

O volume de vendas registou uma descida de 1,0% relativamente ao período homólogo de 2008.
In Barlavento Online

Não serve de consolo e até se pode explicar por factores extra turismo mas o facto é que o eixo Faro/Olhão derrotou a concorrência do Barlavento... E esta hein?

Apresentação da música 100% Farense

Este Domingo , dia 10 Janeiro na recepção ao Fabril no primeiro jogo do nosso Farense no ano da celebração do nosso Centenário, vai ocorrer a apresentação da musica "100% FARENSE" que está incluída no CD "PRATO FORTE" de José Manuel Ferreira "Fadista Motard" de nome artístico.
Da venda do mesmo, que custará 10€, o fadista ira oferecer 2€ as camadas jovens do nosso clube.
A apresentação irá ocorrer no intervalo do jogo."

Por este meio pedimos a divulgar deste evento que ira decorrer no intervalo do jogo Farense X Fabril e esta inserido em algumas acções que decorreram no ano comemorativo do centenário do S.C.Farense.
Sem mais a acrescentar.

POR FARO, PELO FARENSE, POR OS FARENSES


South Side Boys

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Mar encarrega-se do serviço do Programa Polis...

Mar destrói casas na Ilha da Fuzeta

A força do mar destruiu nas últimas 24 horas quatro casas na Ilha da Fuseta, Ria Formosa.

O número de habitações destruídas naquela ilha pela força da natureza desde 2008 eleva-se agora para 23
, restando menos de 60 de um total de 80 casas que ali existiam, apesar de a área estar classificada como sendo Domínio Público Marítimo.

"Todas as casas da Fuzeta estão para renaturalização (demolição) uma vez que não são de habitação própria permanente", adiantou ao Observatório do Algarve fonte da sociedade Polis Litoral Ria Formosa. "A par dessas, também o núcleo dos Hângares e as pontas da Ilha de Faro vão ser renaturalizadas, isso já estava previsto desde o POOC (Plano de Ordenamento da Orla Costeira) de 2005, acrescenta.

As demolições de casas na Ilha da Fuseta - onde não restará nenhuma edificação -, poderão aliás avançar ainda este ano, estando a operação dependente da velocidade da conclusão dos Planos de Intervenção e Requalificação (PIR).

Na ilha, casas "rasgadas" ao meio e com o recheio de fora, colchões, sofás e loiças espalhadas pelo areal era o cenário que hoje se apresentava, e as dunas recuaram cinco metros nas últimas 24 horas.

Na tentativa de reforçar as dunas e impedir que o mar avance sobre as suas pequenas casas de férias, alguns proprietários têm colocado nos últimos dias grandes sacos repletos de areia frente às suas casas.

A ponte de madeira que dá acesso à praia também ficou destruída, estando os trabalhos de limpeza e remoção de detritos a cargo da Sociedade Polis Litoral da Ria Formosa, que deverá fazê-lo ainda antes do Verão.

Enquanto tira notas do que vai observando, o geólogo Sebastião Teixeira, da Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Algarve, explica à Lusa que o facto de as casas se situarem na zona dunar dificulta a sua recuperação natural.

"Na zona onde estão as casas devia haver apenas dunas", diz o geólogo, acrescentando que as pessoas que ocupam as casas não permitem que a vegetação se instale o que é "determinante" para a formação de dunas, além de a presença das casas impedir a reposição de sedimentos.

A Fuseta, entre Olhão e Tavira, é dos poucos casos onde as previstas demolições ao abrigo do programa Polis da Ria Formosa não estão - segundo a agência Lusa - a gerar polémica, uma vez que o núcleo não tem moradores fixos, apenas casas de férias.

A faixa onde se inserem as casas ocupa cerca de 300 metros do cordão dunar, tendo sido a zona Nascente a mais afectada em termos de danos materiais, devido à ausência de dunas, o que facilitou a entrada do mar, que galgou de um lado ao outro da ilha.
In Observatório do Algarve

Nunca apresentei a minha opinião explícita sobre esta matéria neste espaço, porque de facto, trata-se de uma matéria muito sensível, que requer uma análise "caso a caso", não se podendo generalizar uma prática de renaturalização para todas as edificações nas ilhas da Ria Formosa. Do ponto de vista humano é cruel obrigar quem nasceu, cresceu e amadureceu nas ilhas barreira, em casas de toda uma vida, as quais são único habitat dessas gentes, a abnadoná-las definitivamente ao fim de tantos anos... Mesmo que construídas ilegalmente, essas habitações, ao longo dos anos foram reconhecidas pelo próprio Estado que na maior parte dos casos recolhe impostos das mesmas...

Na minha opinião, as casas de segunda habitação deveriam ser demolidas, doa a quem doer, pois não se justifica que os caprichos da época estival se sobreponham ao interesse ambiental, ainda para mais quando as mesmas acabam por colocar em perigo toda linha dunar, os habitantes e também vão desgastando lentamente os cofres do Estado devido às emergências que estas intempéries levantam... No caso das primeiras habitações haver-se-ia de analisar caso a caso e negociar com os habitantes novas habitações junto ao eixo litoral, procurando não por em causa a sua forma de subsistência...

Contudo há coisas que me fazem espécie... Fala-se tanto da subida do nível do mar, devido ao degelo nos "polos" e aprovam-se projectos milionários junto ao eixo dunar da Ria Formosa? Ainda hoje falava com alguém sobre a obra de ampliação do Aeroporto de Faro, quando há cientistas que falam na subida em 6 metros do nível do mar até 2100... Resumindo, faz sentido a renaturalizão de grande parte das ilhas barreiras, mas então e o Aeroporto vai se manter onde está por muito mais décadas? Será que não vale a pena começar a pensar a médio prazo??

domingo, 3 de janeiro de 2010

Castrense 1-2 Farense -> O golo que abriu o marcador...

Depois do dilúvio veio a... reviravolta!

As equipas trocaram de equipamentos ao intervalo, devido à sujidade nos equipamentos, e regressando com equipamentos muito semelhantes, obrigando o árbitro pedir coletes para complementar o equipamento do Castrense


Dado que muitos farenses não puderam hoje estar presentes em Castro Verde e empolgado pela emocionante vitória obtida pelos Leões de Faro, na estreia de Rui Esteves na Terceira Divisão com o Farense, interrompo hoje, e excepcionalmente o formato breve que havia adoptado para os jogos do emblema da capital algarvia.

Numa deslocação aguardada com enorme expectativa, foram de facto as condições climatéricas que impediram a presença de mais farenses em Castro Verde, mas apesar de tudo, valeu a pena estar na bancada central do estádio, na segunda fila mais alta da bancada, na qual os espectadores levaram com chuva em grandes quantidade não obstante os 8,5 euros cobrados a não sócios...

Desde logo se notou a ausência de jogadores como Pintassilgo, Rodrigo ou Justo no onze de Rui Esteves, que adoptaria nesta partida um curioso sistema táctico, que defendia em 4x1x2x2x1, mas que derivava para um sistema com apenas três defesas, com a subida dos laterais no terreno e o recuo momentâneo de Luís Lopes para a zona central da defesa. O Farense acabou por entrar mais dominante na partida, pertencendo a Alvarinho o primeiro remate à baliza do encontro, aos 8 minutos mas sem perigo para o guardião João Carlos. Desde logo se percebeu a lamentável atitude do treinador alentejano que por três ou quatro vezes queimou tempo, retendo a bola de jogo e enviando-a para longe dos jogadores farenses que se dirigiam a ele para poder prosseguir o jogo. Foram as muitas paragens e o terreno pesado que a partir desse momento condicionaram cada vez mais o desenrolar da partida com o jogo a tornar-se feio, numa altura em que a chuva ia caindo com cada vez mais intensidade no Municipal 25 de Abril, limitando o jogo das duas equipas com o Castrense a mostrar sempre as garras, nalguns lances de contra ataque.

Na segunda parte, cedo Rui Esteves lançou Alemão em campo, na tentativa de ganhar mais presença junto da área, trocando o inconsequente Toni. O jogo mantinha o cariz do final da primeira parte, dividido e com recurso a um jogo directo, dado que o relvado não permitia mais "invenções" por parte dos jogadores. Nota para o facto das equipas regressarem para a segunda parte com equipamentos idênticos, obrigando a que o Castrense jogasse como forma de recurso, com coletes laranjas, por forma a não confundir a equipa de arbitragem. O jogo ia ganhando cada vez mais luta, e seria como premeio da organização e garra alentejana perante um adversário mais reputado que abririam o marcador pouco depois da hora de jogo, num lance de contra ataque que pôs a nu as fragilidades físicas do regressado Cannigia após lesão.

Rui Esteves não teve outra hipótese senão mexer logo na equipa, lançando um homem fresco para o meio campo e tambA muita chuva e os fumos dos South Side Boys deixaram por momentos o acompanhamento do jogo imperceptívelém David Justo, para dar maior profundidade à ala direita e explorar o jogo aéreo de Bruno, uma das poucas armas para se chegar ao golo num terreno tão pesado. Contudo, o Farense não reagiu bem ao golo, passando alguns minutos dentro do seu meio campo, ainda atordoado pelo entusiasmo nas hostes alentejanas que, aos 75 minutos reclamariam uma grande penalidade num lance duvidoso e contestado pelos locais, mas que não foi atendido pelo árbitro João Letras, por sinal o mesmo árbitro do jogo do ano passado... Apesar do Farense ir ganhado cada vez mais ascendente no terreno, os cruzamento tornavam-se inconsequentes, desesperando os adeptos farenses presentes, numa sensação de deja vu, em relação ao jogo de Monte Gordo, até porque, por essa altura, já o Castrense jogava com menos um jogador, após expulsão de Hugo Venâncio aos 70 minutos.

O jogo entrava então nos últimos dez minutos e já com a céu a abrir, seria perto do fim que os algarvios alcançariam o precioso empate, após três tentativas falhadas em três minutos. Primeiro num remate espectacular de primeira de Filhó pela esquerda, depois no ressalto com a bola a ser rechaçada sobre a linha de golo, seguindo-se um canto onde Bruno permite ao guardião local uma defesa de recurso. No canto seguinte seria a festa do empate, que se transformou numa autêntica loucura na jogada seguinte, após livre de Alvarinho que redundou no 1-2. Estava consumada a vantagem, muito comemorada pelos algarvios, mas contestada pelos locais que se lamentaram e muito, de sucessivos erros da equipa de arbitragem, na verdade de fraca qualidade, mas que não desculpa as muitas quezílias dos seus jogadores na recta final da partida, terminando o encontro com apenas nove jogadores.

Assim, conseguiu o Farense uma vitória que o mantém na carruagem da frente, trazendo de Castro Verde mais três pontos, sofridos mas justos pelo querer da equipa até final.


Ficha de Jogo:
Estádio Municipal 25 de Abril (Castro Verde)
15h00, 03/01/2010
Assistência: 250 espectadores
Árbitro: João Letras (Évora)
CASTRENSE 1-2 FARENSE


(62 mn, por Jorge Monteiro, numa jogada rápida de contra ataque pela meia esquerda do seu ataque, este, passa em velocidade pela defesa farense e à saída de Gonçalo remata cruzado para o fundo das malhas)
(84mn, por Idalécio, aproveitando a muita confusão num ressalto dentro da pequena área, na sequência dum canto e conferindo assim o golo da igualdade)
(86mn, por Bruno, logo nos instantes seguintes ao golo do empate o Farense ganha um livre na meia esquerda do seu ataque, o qual é cobrado por Alvarinho exemplarmente para a cabeça de Bruno, que, mais alto que todos, envia a bola por alto para o poste mais distante)

Farense: Gonçalo; Cannigia (Quadros, 64mn), Ró-Ró, Idalécio, Filhó; Luís Lopes, Norberto, Luís Afonso (Justo, 66mn); Toni (Alemão, 52mn), Alvarinho e Bruno. Treinador: Rui Esteves

sábado, 2 de janeiro de 2010

Os melhores (e piores) de 2009 para o Blog AlgarveFarense

Na senda do hábito iniciado no passado fim de ano, vou neste artigo destacar algumas da personalidades e instituições que mais se destacaram no Ano Civil de 2009, numa óptica de mero observador da realidade sócio-económica, desportiva e política, em particular no Algarve:

  • Melhor Jogador S.C. Farense: Gonçalo - Se na época 2008/2009, Barão foi eleito com justiça o jogador da época, cabe agora realçar o excelente ano civil de 2009 que o guardião Gonçalo tem vindo a rubricar, sendo nesta época o único totalista da equipa e contribuindo com defesas muito importantes que seguram o Farense na luta pela subida.
  • Personalidade S.C. Farense: António Barão - De treinador que pegou numa equipa aos cacos deixando-a no 3º lugar da série, passando pela directoria do futebol sénior e terminando no Verão com a eleição para presidente do Farense, António Barão é neste momento ,o "Obama" que todos os farenses anseiam que resolva de uma vez por todas os problemas do Clube. É também o presidente que vai passar ao leme, no centenário do emblema alvinegro de Faro.
  • Futebolista Português do Ano: Cristiano Ronaldo - seja o melhor do mundo ou agora (apenas) o segundo melhor, Ronaldo é na verdade o mais mediático e caro jogador do planeta... E não é por acaso...
  • Treinador Português do Ano: Jesualdo Ferreira - fez do FC Porto novamente Tetra Campeão, numa época que começou a tremer mas que a endireitou levando os azuis e brancos à dobradinha, quartos de final da "Champions" e ao seu terceiro título nacional consecutivo, o que é inédito para treinadores nacionais.
  • Atleta Português do Ano: Nélson Évora - repete a citação do ano passado neste espaço... Apesar da medalha de prata nos Mundiais de Atletismo de Berlim, continua a exibir-se a um nível muito elevado, numa disciplina muito técnica do atletismo.
  • Dirigente Desportivo do Ano: Rui Costa - O administrador da SAD do SL Benfica é citado neste espaço porque finalmente, ao fim de 16 anos recoloca o Benfica como líder destacado sobre o FC Porto na Liga Sagres, fruto duma política desportiva agressiva e sábia, dotando finalmente o clube de jogadores de classe mundial, que permitem aos encarnados sonhar com voos muito altos na presente época e na expectiva de lá para Junho encher as marmitas do Clube da Luz.
  • Politico Algarvio do Ano: Luís Gomes - Também este repete a citação do passado ano, fruto duma vitória estrondosa sobre uma rival muito valorosa e afamada da vida política algarvia, Jovita Ladeira. As políticas sociais, mas também a aposta na modernização e dinamização do Concelho vila realense são a bandeira do executivo de Luís Gomes que assim se vai afirmando com um valor cada vez mais seguro da política algarvia.
  • Personalidade Farense do Ano: Nuno Aires - Assumiu a presidência do Turismo do Algarve e logo num ano de claras dificuldades no "petróleo"da economia algarvia. Depois de muitos organismos de relevo no Algarve estarem sob o comando de individualidades de outros concelhos, finalmente um farense, agora no Turismo do Algarve...
  • Desilusão do Ano: Governação PS - Embora vencedor nas legislativas, perdeu a maioria parlamentar, com o país a ser governado pela oposição. Os múltiplos escândalos tem desgastado a imagem do homem cabeça do executivo, que deixa o país, no final de 2009 com as finanças à beira da rotura, fruto dum endividamento do país record e uma taxa de desemprego na casa dos 10%, sendo a terceira que mais cresceu na zona Euro...