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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Macário respondeu hoje no Facebook aos munícipes...



Temos um Presidente da Câmara que prima pela proximidade com as pessoas, entidades, associações e eventos que acontecem por todo o Concelho de Faro, à semelhança da postura que já mantinha em Tavira. Agora, Macário Correia reserva regularmente uma hora por semana para responder aos munícipes na rede social Facebook, não mostrando receio de responder virtualmente e em tempo real às questões...


Porque a maior parte das questões se prende com problemas de resolução fácil, os munícipes não tolerarão nesses casos, que as situações se arrastem muito mais meses, pois a expectativa da interacção com o gestor máximo da nossa Cidade e Concelho é de que os processos se agilizem.


À uma semana coloquei uma questão nesta rede social, e confio na resolução, mas se demorar mais de três meses, equacionarei documentar neste espaço a situação...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Faro: Escola assaltada com violência, está encerrada para aulas



A Escola Emiliano da Costa em Estói, Faro, foi hoje assaltada de forma violenta deixando cerca de 400 alunos sem aulas, uma vez que a estrutura ficou sem as mínimas condições, disse o presidente da Câmara de Faro.

Em declarações à Lusa, Macário Correia explicou que o assalto à Escola EB 2,3 Escola Emiliano da Costa terá ocorrido cerca da 01:00, altura em que os assaltantes rebentaram com os quadros elétricos e os relógios pararam.

Segundo o presidente da Câmara de Faro, os ladrões levaram “todo o dinheiro que havia no cofre”, danificando com recurso a um objeto de metal, provavelmente a uma picareta ou marrão, a parede onde estava instalado.

O sistema elétrico e telefónico daquela escola foi todo destruído e há portas e fechaduras arrombadas, acrescentou o autarca, referindo que hoje a escola não vai ter aulas para se proceder às obras de recuperação.

“Neste momento todo o pessoal da Câmara está a fazer reparações de eletricidade, telefone e carpintaria e a escola hoje não tem aulas, porque não havia condições”.

A Escola Poeta Emiliano da Costa, do Agrupamento Vertical de Escolas de Estói, tem cerca 400 alunos com idades entre os 10 e os 15 anos.

Fonte da GNR confirmou o assalto, mas não prestou mais declarações até ao momento.

In Região-Sul


Uma semana em que a CMF têm tido problemas com a educação...

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Comboio será alternativa de acesso à Praia de Faro


A experiência de ir a banhos na Praia de Faro poderá ser substancialmente diferente, este Verão. A Câmara de Faro anunciou que está a trabalhar para criar um parque de estacionamento externo, que será servido por um comboio turístico que fará a ligação à Praia de Faro. O início de Julho é a data apontada para que o sistema provisório esteja disponível.

O parque, com capacidade para cerca de 500 viaturas, situar-se-á num terreno junto à curva antes da reta que dá acesso à ponte rodoviária da Praia de Faro.

O chefe-de-gabinete de Macário Correia garantiu ao «barlavento» que não só irá ser instalado um parque de estacionamento, mas também será organizado o tráfego automóvel e posto a circular um comboio turístico.

Os que optarem por usar este parque, terão transporte garantido para a Praia, através de um comboio turístico, que irá circular entre a zona balnear e o parque.

Para garantir que não saem prejudicados e não terão de se sujeitar a atrasos no trânsito, será construída uma rotunda na curva e colocado um semáforo no início da reta que dá acesso à Praia.

«Este semáforo servirá para evitar acumulação de carros na reta e garantir que o comboio turístico circula sem constrangimentos», explicou Cristóvão Norte. A ideia é que este parque funcione «em Julho e Agosto» e que, no ano que vem, a solução definitiva seja «levada a cabo no âmbito do Polis da Ria Formosa».

Este assunto foi abordado numa nota enviada na semana passada pelo PS/Faro. «Lamenta o Partido Socialista de Faro que nesta data, em que já se iniciou a época balnear 2010, aquele terreno ainda não esteja em condições de serviço e de ser utilizado pelos farenses», lê-se no comunicado.

Uma solução alternativa para os que optarem por fazer o caminho a pé, como um passadiço de madeira paralelo à estrada de aceso à Praia, «ainda não está prevista este ano», mas é de esperar que possa integrar a solução que será implementada pelo Polis.

Com a aposta neste novo sistema, a Praia de Faro fica acessível através de barco, automóvel e comboio, ainda que, neste caso, não se desloque em cima de carris.

In Barlavento Online


Saúdo que se tenha arranjado in-extremis uma solução provisória para esta situação. Ainda não tive oportunidade de verificar no local o que está feito, mas mais uma vez lamento que um assunto que já deveria estar resolvido (dado que se trata de uma intervenção básica), esteja ainda inquinado. Em Maio de 2010 estivemos no local e alertámos para os atrasos e passados 13 meses, tudo está praticamente na mesma.


Não sei de quem é a culpa, só sei que Faro mais uma vez fica a perder em relação aos concelhos concorrentes neste contexto...

sexta-feira, 18 de junho de 2010

O Comboio Presidencial - Uma brilhante ideia para todos os dias


A Comissão Coordenadora Concelhia de Faro do Bloco de Esquerda, ao analisar a cerimónia do 10 de Junho, considerou uma brilhante ideia a deslocação da comitiva presidencial e restantes convidados por comboio desde o Teatro Municipal até ao Largo de São Francisco. Esta solução permitiu uma deslocação rápida e eficiente de centenas de pessoas entre dois pontos da cidade sem provocar congestionamentos na cidade.

Só não se percebe é porque é que esta ideia não é aplicada no dia-a-dia dos farenses. Esta experiência prova que, com as actuais infra-estruturas e uma auto-motora (não é preciso ser igual à presidencial), é possível ligar com frequência e comodidade a zona do Fórum Algarve, o Teatro Municipal, o centro de Faro, o Largo de S. Francisco e o Bom João. Esta ligação poderia, por um lado, ser estendida a Olhão, combatendo o congestionamento desta entrada de Faro e, pelo outro, pelo menos até S. João da Venda.

Sabemos que existem estudos para ligar esta linha ao Campus de Gambelas e ao Aeroporto, só não se percebe é porque não são concretizados.

A resolução dos problemas da mobilidade de Faro passa por oferecer alternativas de transporte colectivo e ciclovias. A realização do Comboio Presidencial mostra que esta é uma solução fácil e útil.

Pel´Comissão Coordenadora Concelhia de Faro

João Brandão


Foto retirada de A Defesa de Faro


Enquanto projecto do metro de superfície não avançar tão cedo, porque não pensar nesta hipótese?

quarta-feira, 5 de maio de 2010

FARO: PS diz que PSD deixou ilha ao abandono

Socialistas querem que a Praia de Faro seja limpa, e lembram recentes aumentos de taxas para reivindicar direitos de moradores e comerciantes.

Em comunicado, o PS Faro lança um apelo ao actual executivo PSD de Macário Correia: “Já por diversas vezes foi solicitado a este Executivo que tomasse medidas para por cobro ao total abandono a que votou a ilha. A Praia de Faro precisa de ser limpa, é preciso realizar as limpezas necessárias e as reparações que permitam o acesso a pessoas com mobilidade reduzida”, afirma o Partido Socialista, na nota à imprensa.

“É necessário realizar a limpeza das zonas de estacionamento e junto de estabelecimentos comerciais e demais zonas públicas. É urgente recuperar muros e proceder à pintura de paredes, pejadas de grafitti”, elencam os socialistas da Comissão Política Concelhia.

“Os moradores e comerciantes da Praia de Faro também pagam IMI e são cidadãos de pleno direito. É ainda mais premente este apelo, dados os recentes aumentos de taxas municipais e visto aproximar-se a passos largos a preparação para a nova época balnear”, avisam.

O PS Faro relembra o esforço feito pelo anterior executivo do Partido Socialista, que conseguiu integrar a praia no lote das “Praias Acessíveis”, para além da Bandeira Azul. “É da maior importância voltar a conquistar estas importantes certificações e não continuar pelo caminho do abandono que parece ser a opção do actual executivo”, criticam os socialistas.


In Observatório do Algarve


E contra factos não há argumentos, não é Sr. Presidente?

segunda-feira, 1 de março de 2010

Câmara de Faro delega mais competências nas Juntas de Freguesia e nas Escolas

A proposta da Câmara Municipal de Faro, que prevê a delegação de competências nas Juntas de Freguesia, bem como a transferência de competências e meios para os Agrupamentos de Escolas do Concelho de Faro, já foi aprovada pela Assembleia Municipal.

Segundo a autarquia, «a delegação de competências assume-se como um instrumento de maior afirmação da autonomia das Juntas de Freguesia, reforçando os seus poderes e competências de intervenção, visando aperfeiçoar a acção do Poder Local junto das populações que assistem e acercando a intervenção dos eleitos junto dos eleitores. Este é um princípio basilar que esta decisão materializa».

A proposta elaborada pela Câmara define «regras claras e equitativas para atribuição das verbas a transferir, uma vez que se verificava a ausência de critérios relativos às diferenças geográficas, populacionais e outras».

A Câmara de Faro explica ainda, em comunicado, que «também esteve na origem desta medida o facto de se realizarem pagamentos a terceiros para limpeza, já concessionada à Fagar, ou a contratualização de acções de manutenção dos edifícios escolares que os órgãos de direcção das escolas podem cumprir de uma forma mais célere e eficiente».

As competências transferidas inserem-se em vários domínios, nomeadamente no que concerne ao equipamento rural e urbano e da rede viária, de que são exemplos maiores a manutenção, gestão e conservação de parques infantis, calcetamento de ruas, praças e passeios, sinalização de ruas e praças, incluindo a sinalização luminosa, manutenção de espelhos da rede viária.

Outra área é a dos transportes e comunicações, que se traduzem na conservação de caminhos rurais e municipais e na conservação e reparação de abrigos para passageiros.

Também foram transferidas competências no domínio da educação, em que avulta o apoio à execução de trabalhos de conservação, reparação dos estabelecimentos de educação do ensino básico, recorrendo à mão-de-obra e apoio logístico da Junta, sempre que disponha de mão-de-obra com competência para tal.

Áreas também sob a competência das Juntas serão as dos tempos livres e desporto, onde está incluída a gestão, conservação e reparação de equipamentos desportivos, concessão de licenças de caça e das licenças de venda ambulante nos cemitérios, e ainda da protecção civil e ambiente, ao nível da manutenção de caminhos e aceiros em zonas florestais para prevenção de incêndios, manutenção de fontanários e chafarizes integrados na rede pública, bem como da acção social, através de pequenas reparações em habitações de munícipes com dificuldades financeiras comprovadas.

A Câmara de Faro garante que, «deste modo, tudo fica mais claro e melhor organizado».

Esta atribuição de competências para as Juntas será acompanhada pela «respectiva afetação de meios financeiros e funcionários pertencentes ao mapa de pessoal do Município que passarão a desempenhar as suas funções nas Juntas, sem prejuízo dos seus direitos e regalias».

Por outro lado, no que ao agrupamento de escolas diz respeito, a transferência em causa visa, segundo a autarquia farense, «conferir maior autonomia e prover a gestão integrada do parque escolar».

Este protocolo tem como objeto as intervenções nos edifícios escolares, bem como a autonomia para gerir recursos humanos não docentes, financeiros e a acção social escolar.

«É um grande passo em frente que, simultaneamente, responsabiliza quem está no terreno com melhor aptidão para decidir, mas que confere os meios adequados para responder aos desafios que lhe são colocados».
In Barlavento Online

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Ex-autarca defende Loulé na disputa de terrenos com Faro

A titularidade jurídico-administrativa dos cerca de 500 hectares entre Faro e Loulé, nomeadamente em sítios como o Arneiro, mas também Mata Lobos e Vale da Venda, “pertence indiscutivelmente à freguesia de Almancil e por consequência ao concelho de Loulé”, garante Cristóvão Norte. De acordo com o ex-presidente da Assembleia Municipal de Loulé, a freguesia de Almancil foi criada através de um Decreto-lei de 6 de Novembro de 1836 e nesse diploma está bem explicitada a composição daquela entidade administrativa. E inclui os sítios atrás referidos. “Esta é uma factualidade indesmentível, dispensa quaisquer comentários porque resulta da Lei. E, aliás, não suscitou quaisquer dúvidas, quer ao nível das Finanças, registos civil e predial, tribunal ou câmara municipal, durante 93 anos”, acrescenta o advogado numa carta enviada ao semanário «O Algarve».

Segundo o também ex-vereador da Câmara de Faro, o problema começou em 1929, embora tenha permanecido “relativamente latente até ao 25 de Abril de 1974”.

Naquela data, o antigo Ministério da Fazenda, à época chefiado por António Oliveira Salazar, criou uma comissão para fazer o levantamento e o registo nas Finanças de todos os prédios rústicos existentes no concelho de Faro. O objectivo, naturalmente, era tributá-los, à semelhança dos prédios urbanos, cujo registo era obrigatório desde 1918.

A citada comissão, diz Cristóvão Norte, “ignorando os limites do concelho de Faro e não se dando ao trabalho de se informar, cometeu o erro grosseiro de se introduzir na freguesia de Almancil, nomeadamente nas zonas fronteiriças com as freguesias de Santa Bárbara de Nexe, Conceição de Faro e sobretudo na freguesia de S. Pedro, onde invadiu a freguesia de Almancil adentro numa extensão de cerca de quatro quilómetros: todos estes prédios rústicos, situados na freguesia de Almancil, foram indevidamente inscritos nas matrizes prediais do concelho de Faro, apesar de pertencerem ao concelho de Loulé”.

Com a situação criada, explica o jurista, muitos proprietários foram obrigados a pagar os seus impostos em duas cidades distintas: “a parte urbana (na altura a chamada décima) em Loulé, a onde efectivamente pertenciam, e a parte rústica no concelho de Faro, em face do erro cometido”.

Depois de muitos protestos das pessoas – especialmente por causa do transtorno das deslocações – e para mitigar o erro… cometeu-se outro erro. Ou pior ainda, semi-oficializou-se o erro cometido: um despacho governativo ordenou o pagamento de todos os impostos dessas zonas em Faro. A deliberação assumia o lapso cometido, garantia a transitoriedade da medida e prometia uma intervenção directa das entidades competentes para corrigir o erro. Mas não passou de uma intenção.

“Porque a correcção das matrizes, ordenada por despacho ministerial, continua por efectuar, o município de Faro tem evocado abusivamente esse pretexto para reivindicar uma parte do concelho de Loulé”, defende Cristóvão Norte.

O facto de muitos desses prédios estarem inscritos nas Finanças de Faro e aí pagarem impostos, ou de a Câmara de Faro ter estendido o seu Plano Director Municipal àquelas áreas, não muda em nada o disposto no Decreto-lei de 6 de Novembro de 1836, sustenta o ex-autarca.

Autarcas esperam solução de consenso.
As câmaras de Faro e Loulé decidiram criar uma comissão bipartida para solucionar a questão da delimitação administrativa entre os dois municípios.

Cada autarquia tem dois representantes e a comissão é presidida por uma personalidade independente. Segundo apurou «O Algarve», a equipa reuniu-se pela primeira vez na passada segunda-feira e deverá apresentar um relatório técnico com uma proposta de decisão no prazo de 90 dias a partir daquela data.

“O problema deve ser resolvido por mútuo acordo – é esse o meu desejo”, refere Seruca Emídio. Segundo o presidente da Câmara de Loulé, “terá de haver flexibilidade das duas câmaras, porque esta situação prejudica o desenvolvimento das regiões: temos de chegar a um ponto de definição, de equilíbrio, e a partir daí não interessa quem vai perder ou quem vai ganhar, importa sim lutar pelo desenvolvimento da zona”.

De acordo com o autarca, “da nossa parte, temos bons argumentos jurídicos, mas a Câmara de Faro também terá argumentos: agora temos de ouvi-los e, então sim, chegar a um acordo”.

O presidente da Câmara de Faro tem uma posição idêntica ao seu homólogo de Loulé: opta por não fazer “juízos” sobre o sentido da decisão e também gostaria de ver o diferendo resolvido “por consenso”.

Segundo Macário Correia, a comissão reunirá “quantas vezes forem necessárias” e tem todas as condições para emitir “um parecer técnico, isento, imparcial e fundamentado”. Até lá, não fará “quaisquer comentários” sobre a matéria.

Arneiro – Faro ou Arneiro – Loulé?
As cerca de 1.000 pessoas apanhadas neste imbróglio jurídico-administrativo passam por todo o tipo de situações: não sabem como escrever a morada e em consequência têm problemas com a correspondência; as casas estão registadas num concelho, mas a recolha do lixo e o fornecimento de água são feitos pelo outro concelho, embora votem no primeiro.

Com a segurança e a saúde a indefinição é igual: em caso de necessidade, não sabem se devem chamar a GNR de Faro ou a de Almancil; se têm de se dirigir ao Serviço de Atendimento Permanente de um ou de outro concelho.

Na impossibilidade de uma solução definitiva, os executivos dos dois concelhos têm procurado acordos pontuais. Por exemplo, o transporte escolar das crianças residentes na zona indefinida é assegurado pela Câmara de Loulé, enquanto Faro se encarrega da recolha do lixo.
In O Algarve
Eu bem me parecia que a culpa era do Salazar... Agora só outra grande personalidade poderia impulsionar a resoluação desdte imbróglio!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Uma dica para Macário...

Mais um inverno se passa e com ele as habituais intempéries a que estamos sujeitos... Contudo, nalguns casos, estes põe a nu as carências do concelho farense ao nível das acessibilidades dentro do meio rural...

Muito se tem falado da conclusão da variante a Faro que afastará do centro da cidade largos milhares de automóveis, aumentando a qualidade de vida dos habitantes mas também de todos os que fazem de Faro a sua segunda casa durante o horário laboral.

Contudo, as obras de proximidade nas freguesias rurais podem também resolver uma pequena mas importante parte desse problema, podendo ao mesmo tempo ajudar a uma melhor circulação entre as diversas localidades do concelho farense. Digo isto porque, no meu trajecto habitual "casa-trabalho", também ele partilhado por muitos habitantes de Olhão na "hora de ponta" da manhã, utilizo regularmente dois atalhos que unificam entre si a estrada da Galvana para a Conceição de Faro e a estrada que liga o Rio Seco ao cruzamento do Chelote...

Estes atalhos, que me arrisco a dizer são utilizados por centenas de pessoas diariamente, atravessam a ribeira do Rio Seco, um deles através dum pontão improvisado e o outro, mesmo pelo leito da ribeira, atalhos esses que sofreram obras de repavimentação durante o mandato do executivo de José Vitorino mas que descuraram a construção de uma mera ponte de um sentido, com cerca de 7/8 metros de comprimento por forma a completar definitivamente a obra iniciada.

Sabemos que a actual CMF está com ínumeros problemas de ordem financeira mas como um dia escrevi neste espaço, não serão os grandes projectos prometidos, que na minha opinião satisfarão as populações do interior do Concelho, sabendo que, por pequenas obras se conquistará o reconhecimento de muitos dos habitantes dessas zonas.

Com o Inverno, o citado pontão fica intransitável, funcionando como uma pequena represa que põe em perigo alguns automobilistas mais corajosos, mas também obrigando grande parte dos habituais utilizadores a "uma volta" de mais uns 4 kilómetros, até á Conceição de Faro.

Anexo o mapa da zona em questão, com a indicação a negro dos atalhos existentes...

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Comissão bipartida vai tentar resolver «imbróglio» das fronteiras entre Faro e Loulé


A celebração de um protocolo entre Faro e Loulé, para solucionar a questão da delimitação administrativa entre ambos os Municípios, foi aprovada na reunião da Câmara de Faro desta semana.

O protocolo em causa estabelece a criação de uma comissão bipartida com a finalidade de promover uma solução que, «definitivamente, ponha cobro à indefinição territorial de cerca de 500 hectares que se tem perpetuado durante anos a fio, com a complacência dos órgãos municipais e em prejuízo de milhares de cidadãos».

A comissão bipartida, constituída por dois elementos de cada Município e ainda por uma personalidade independente, à qual está cometido o encargo de presidir aos trabalhos, apresentará, no prazo de 90 dias, um relatório técnico pormenorizado que submeterá uma proposta de decisão do litígio às autarquias (freguesias e órgãos municipais).

Segundo a Câmara de Faro, «este imbróglio, cujo prólogo remonta a 1836, é gerador de equívocos da mais diversa índole: administrativa, registral, fiscal, policial e judicial».

Por isso, salienta a autarquia da capital algarvia, «impõe-se que as Câmaras desenvolvam todos os esforços para que seja superado».

Deste modo, as Câmaras Municipais de Faro e Loulé estão a desenvolver todas as diligências «para que tal seja uma realidade no mais curto espaço de tempo, e a celebração deste protocolo é disso um incontroverso testemunho».

In Barlavento Online

Parece que passados 173 anos, será um homem vindo de Tavira que irá finalmente, com vontade, desatar este nó, tão apertado quanto antigo... Quem está atento já reparou que, com os devidos defeitos, Macário Correia é um autêntico "desbravador de mato", não olhando a preconceitos e interesses para resolver situações pouco contribuem para o funcionamento do Concelho...

Ainda hoje, ninguém percebe como a StarSul, concessionário Mercedes-Benz em Vale da Venda, está registado no Concelho de Faro e a Cacial, no seu lado direito é Concelho de Loulé, tal como o Restaurante Austrália que também pertence ao Concelho de Loulé...

Mas também não se percebe como a zona do Arneiro/Mata Lobos, têm esgotos e obras realizadas pela CMF e no mapa anexo esta zona pertence, por omissão ao Concelho de Loulé...

Será que passados 173 anos, esta história vai ter fim?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Faro promove mega acção de limpeza do concelho no sábado

A Câmara Municipal de Faro promove no próximo sábado, dia 12, a partir das 9h00, uma acção de limpeza nos pontos mais problemáticos do concelho.

A iniciativa contará com a colaboração de associações, clubes desportivos, organizações juvenis, escolas, empresas, entre centenas de cidadãos que vão emprestar o seu sentido cívico a esta causa de importância capital.

Esta operação, além da remoção de lixo e outros resíduos que dão uma péssima imagem ao concelho, tem também como finalidade, segundo a Câmara, «lançar o gérmen da consciencialização ambiental nas populações, para que todos compreendam que zelar pelo aprumo, dignidade e brio do concelho é uma tarefa árdua que demanda o comprometimento inequívoco de todos».


Congratulo-me com esta acção promovida pela autarquia farense, no sentido de dar maior dignidade ao nosso Concelho, mas gostaria de saber, quais os passos que foram tomados para, não só congregar a presença de muitas associações, escolas, anónimos cidadãos, etc, etc, mas também muitos dos presos, ou remunerados pelo rendimento mínimo ou mesmo do subsídio de desemprego? Como cidadão farense procurarei, nem que seja por meia hora ajudar, mas pergunto, se este serviço comuntário não foi proposto a todos os que dependem do Estado, e estando em condições plenas de saúde??

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Programa Polis - Próximos de mais um Verão, os farenses desesperam...

Parece já um dado adquirido que mais uma época balnear se passará e o acesso à Praia de Faro continuará com a mesma oferta de acessos, nas condições em que conhecemos.
Como foi anunciado, é intenção da sociedade gestora do Programa Polis da Ria Formosa a construção num futuro próximTerreno que dará lugar ao parque de estacionamento de acesso à Ilha de Faroo de acessos pedonais desde a zona limítrofe do aeroporto, à entrada do aterro que permite acesso à ponte, proporcionando a circulação de peões, ciclistas e mesmo de automóveis duma forma condicionada à Ilha de Faro, por forma a acautelar os habituais engarrafamentos que prejudicam cada vez mais a afirmação desta zona como destino balnear de eleição pelos visitantes que nos chegam.

Já em Novembro de 2008 este plano estava esboçado, conforme se lê aqui, e havia indicações de que seria das primeiras tarefas a executar. Mas mais, havia intenção de se construir um parque de estacionamento de grandes dimensões por forma a incentivar as pessoas a fazer os 900 metros que separam a entrada do aterro à ilha de Faro a pé, mas chegados a Maio de 2009 tudo permanece na mesma. Curioso é verificar, que nesse local à entrada do aterro de acesso, está colocado um vistoso cartaz, com a indicação "Fazemos", ao lado de uns montes de terras que foram ali colocados, como que indiciando a presença de obCartaz a indicar a execução da obra. Ao lado, algumas movimentações de terras indiciam  a realização da mesma.ras correntes, situação que, após algumas passagens pelo local não se confirma nesse local, apenas vilsumbrando mais um foco de possível intervenção, na zona à entrada da própria ponte. O que parece estar já em execução é um estudo de viabilidade para construção duma nova ponte, mas que não justifica o atraso das outras obras, que parece nem terem passado do papel...

Por isto, será mais um Verão de desespero para os farenses, que assim trocarão o sol e praia do seu concelho por praias de concelhos limítrofes, em claro prejuízo para o comércio local, num quadro de desaproveitamento e desvalorização das potencialidades que a Ilha de Faro congrega, em conjunto com toda área da Ria Formosa.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

“Nova centralidade” nasce em Faro em 2013

Plano de Urbanização do Vale da Amoreira foi apresentado à população

Criar uma “nova centralidade” no Vale da Amoreira, em Faro, é o objectivo do Fundo de Investimento Imobiliário Imogharb, que prevê um investimento de 500 milhões de euros num empreendimento que inclui um centro comercial, um hotel, habitação e uma zona verde de sete hectares, entre outras valências.

O Plano de Urbanização do Vale da Amoreira (PUVA) foi esta quinta-feira apresentado aos cidadãos, numa sessão que ocorreu na delegação da Penha da Junta de Freguesia da Sé, com um representante do fundo imobiliário, Carlos Marnoto, e um dos arquitectos autores do projecto, Mário Trindade. Trata-se de um documento cuja elaboração foi contratualizada com o fundo, em colaboração com a Câmara Municipal de Faro, o qual permitirá “a criação de uma nova centralidade urbana e a requalificação da entrada norte” da cidade. “O que fazemos aqui é pegar numa iniciativa privada e ordenar um território mais vasto. O nosso objectivo é planear a cidade. Alguém quer investir? Nós dizemos que sim, mas com regras definidas pela câmara”, sublinhou o presidente da Câmara Municipal de Faro, José Apolinário.

Através do empreendimento Porta da Amoreira, vão ser realizadas as várias valências previstas, nomeadamente um centro comercial, um hotel, habitação multifamiliar e unifamiliar (10% a custos controlados), um parque urbano, um equipamento de saúde, residências assistidas para a terceira idade e comércio e serviços. Tudo isto implicará “o crescimento populacional em cerca de 5000 pessoas e a criação de 5500 postos de trabalho directos”, de acordo com o representante do fundo. O interesse do Imogharb na zona explica-se pelas suas “potencialidades”. “Queremos criar um projecto integrado, que requalifique a área e dinamize o concelho”, sustentou Carlos Marnoto. O centro comercial será um dos projectos mais importantes incluído no projecto global, com a gestão entregue à Dolce Vita. Ocupará 70 mil metros quadrados e acolherá 175 lojas, estimando receber 12 milhões de visitantes/ano.

O Continente será uma das lojas-âncora, obrigando ao fecho do Modelo ali situado. “Basicamente, vai operar-se a trasladação de um lado para o outro”, disse Marnoto. A empresa Dolce Vita diz que o seu conceito passa por envolver-se “com a comunidade local”, assumindo o papel de “motor económico e social da área circundante”, nomeadamente com patrocínio a clubes e eventos e apoios a instituições sociais e de caridade. A unidade hoteleira deverá ocupar uma área de 8 mil m2 e poderá ter cerca de 120 quartos, enquanto o equipamento de saúde, com uma superfície de 25 mil m2, ainda continua por definir se será um hospital privado ou uma clínica médica. Em relação a estas duas valências, “há conversações e protocolos já fechados” para a sua comercialização e gestão, adiantou Marnoto. "Medidas compensatórias" para a comunidade O plano obriga a “medidas compensatórias para a comunidade”, frisou José Apolinário.

A cargo do Imogharb ficarão as acessibilidades (vias internas e rotunda da estrada de ligação à variante norte) e a construção de um parque urbano. Este parque será o “maior espaço verde do concelho”, com uma área aproximada de sete hectares, “praticamente três vezes a Alameda”, sublinhou o autarca. O projecto, de Sidónio Pardal (autor do Parque Urbano do Porto), prevê “uma rede de caminhos que asseguram a circulação funcional dos utentes, com uma paisagem harmonizada em múltiplas clareiras, envolvidas e definidas por encostas densamente arborizadas”.

A autarquia tenciona criar um gabinete de informações dirigido aos habitantes e donos de terrenos incluídos neste plano, para responder às dúvidas, algumas delas explicitadas na sessão de apresentação. O PUVA ainda tem de ser aprovado em reunião de câmara e em sede de assembleia municipal. O fundo Imogharb prevê ter concluída a infra-estruturação dos terrenos em meados de 2010, estimando-se o início da construção para final desse ano. A conclusão total do Porta da Amoreira está prevista para 2013.

Com o Programa do Polis Litoral a dar os primeiros passos, e agora com a apresentação deste novo plano para a zona norte da cidade, não seria oportuno, neste momento, discutir-se a futura localização da linha de caminho de ferro, desanuviando assim a cidade deste laço que a têm estrangulado à décadas?

segunda-feira, 16 de março de 2009

Macário Correia promete acabar com habitações precárias em Faro

O candidato do PSD à Câmara de Faro Macário Correia prometeu hoje acabar com as habitações precárias no concelho, considerando que este é um dos poucos municípios algarvios onde ainda subsiste o problema

Em comunicado, o presidente da Câmara de Tavira e candidato social-democrata em Faro promete acabar com os bairros degradados e defende como solução a distribuição das famílias carenciadas por vários núcleos dispersos pela cidade. Segundo Macário Correia, para que se verifique uma integração social destas famílias é necessário que residam na malha urbana, evitando que permaneçam isoladas ou concentradas num único local da cidade. O candidato critica a decisão camarária de avançar com uma nova urbanização a custos controlados para a zona dos Braciais (350 fogos) que corre o risco de se trasformar num agregado "logo à partida estigmatizado negativamente"."Connosco haverá coragem e ousadia de decidir com determinação", sustenta o social-democrata em comunicado, prometendo "casa condigna para todos" e o fim das barracas no concelho de Faro, uma situação que considera "terrível".

De acordo com Macário Correia, a existência de habitações precárias com famílias numerosas é uma realidade em zonas como a Horta da Areia, Alto Rodes, São Luís, na Ilha de Faro e até junto à Via do Infante. O candidato à Câmara de Faro lembra ainda que durante anos e sobretudo desde 1993, o Estado colocou à disposição dos municípios condições especiais de financiamento para a resolução deste problema. Contudo, Macário Correia recorda que praticamente todos os municípios da região acabaram com as habitações precárias, à excepção de Faro, pelo que é preciso "de modo enérgico e determinado" acabar com o problema."Deve-se fazer muita habitação social para dar uma casa condigna a todas as famílias, mas não se podem concentrar todas, ou quase todas, no mesmo bairro", sublinha Macário Correia.


Promessas, mais promessas...

quarta-feira, 4 de março de 2009

Faro é o concelho do Algarve com mais eleitores

O concelho de Faro ultrapassou, no final de 2008, a barreira dos 50 mil eleitores, tornando-se assim o município com mais eleitores de todo o Algarve.

Entre 2005 e o final de 2008 o Município de Faro registou um aumento de 4281 eleitores, passando de 49542 para os actuais 53705 eleitores, o que demonstra, segundo a Câmara da capital algarvia, «uma clara capacidade de atracção de novos residentes».Em termos regionais e de acordo com os dados ontem publicados em Diário da República, o Concelho de Faro é o primeiro do Algarve com 53705 eleitores, seguido depois, na segunda posição, por Loulé com 53337, Portimão com 41949, Olhão com 35246, Silves com 29202, Albufeira com 27729, Tavira com 22384, Lagos com 21863, Lagoa com 17063, Vila Real de Santo António com 16209, São Brás de Alportel com 8586, Castro Marim com 6057, Monchique com 5735, Aljezur com 4296, Vila do Bispo com 4194. O 16º é o concelho de Alcoutim, com 3249 eleitores.

No concelho de Faro, a freguesia com mais eleitores é a da Sé, com 26491, seguida de São Pedro (12615),Montenegro (5186), Conceição (3486), Santa Bárbara de Nexe (3040) e Estoi (2887).Para o presidente da Câmara de Faro José Apolinário, «esta subida expressa a dinâmica económica, social e cultural da Capital Algarvia em termos regionais e demonstra que Faro é o concelho do Algarve onde mais apetece viver». Apolinário acrescenta que «o aumento do número de eleitores vem demonstrar que os investimentos na rede social como a construção de novas creches, Jardins-de-Infância e escolas é fundamental para promover a qualidade de vida das famílias e a promoção da igualdade de oportunidades».

Devido ao facto de ter ultrapassado a barreira dos 50 mil habitantes, a vereação da Câmara Municipal de Faro vai passar, depois das próximas eleições autárquicas, de sete para nove vereadores.

Duas notas:
  • Uma para o crescimento demográfico do concelho de Faro, que embora muito mais pequeno em área, que Loulé ou Portimão, é agora o município mais povoado da região, o que é resultado duma maior facilidade das pessoas em arranjar emprego em Faro, o qual, ao contrário de outros concelhos, não é tão dependente do Turismo, o que proporciona maior segurança no emprego.
  • Depois, a questão do aumento para nove vereadores a ser eleitos em Faro, o que será mais uma razão para as forças politicas de menor dimensão se aplicarem a fundo no sentido de granjear mais votos, através duma campanha incisiva, dinâmica e crítica.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Iluminação de Natal em zona de obras à meses...


Conforme prometemos no post colocado no passado dia 8, damos hoje a conhecer o sítio sui generis onde a CMF decidiu colocar iluminação de Natal. Nada temos contra o local em si, mas tendo em conta as obras que se arrastam à meses sem fim, situação lamentável para todos os moradores e utilizadores dessa estrada, pergunto se há necessidade de colocar iluminação num sitio destes? Quiçá eu até esteja enganado, e a CMF apressadamente me contradiga, terminando as obras num abrir e fechar de olhos, nivelando e alcatroando a estrada para regozijo de todos os interessados mas tendo em conta o que se têm passado, não me parece nada provável. Ora vejam as fotos...

sábado, 8 de novembro de 2008

140 mil euros para iluminações de Natal no Município de Faro

A Câmara de Faro vai gastar 140 mil euros na iluminação de Natal, mais 20 mil do que em 2007, a pedido do comércio local, para combater a crise.
O valor foi decidido em Junho e se em 2007, a iluminação natalícia custou 120 mil euros, este ano, alguns comerciantes pediram mais luzes em ruas que não estavam abrangidas e passou-se dos 57 arcos para 77, com 800 mil lâmpadas e micro-lâmpadas a serem acesas a partir de 15 de Novembro, anunciou o autarca, em declarações à LUSA.
"A iluminação de Natal em Faro é uma forma de apoiar o comércio local atraindo mais pessoas à baixa, o que tem um efeito positivo nas receitas", explicou José Apolinário.
A época natalícia tradicionalmente ligado a um maior consumo deverá ressentir-se da crise financeira está a afectar duramente a sociedade e a provocar o fecho de muitas empresas mas as iluminações de Natal permanecem acesas, até porque são uma oportunidade para o comércio sair da estagnação em que se encontra.
As principais ruas/locais onde se poderá ver esta iluminação são: Rua de Santo António, Rua D. Francisco Gomes, Jardim Manuel Bivar, Praça da Pontinha, Rua Vasco da Gama, Avenida da República, Via e Largo principal das sedes de Freguesia, num horário compreendido entre as 18hoo e 01h00.
Lisboa optou por entregar as decorações de Natal inteiramente a privados pela primeira vez, depois de um concurso lançado pela autarquia, através do qual os patrocinadores garantem um investimento entre dois e três milhões de euros, que sucede aos cerca de 400 mil euros do ano passado. Em troca, haverá publicidade dos patrocinadores em alguns dos locais iluminados. (...)
Excerto de texto e imagem In Observatório do Algarve

Em breve, conto apresentar neste espaço, um sítio sui generis onde a CMF decidiu colocar iluminação...

quarta-feira, 4 de junho de 2008

À espera que alguém se aleije....

Há vários meses que se encontra aberto junto à EN 125, sentido Faro-Loulé na zona de Vale da Venda, um buraco, relativo à rede de esgotos e águas da rede. Com cerca de um metro de profundidade, e practicamente à superfície do solo, imagine o leitor que alguma pessoa, inadvertidamente cai naquele local... O pior é que para corrigir a situação, parece que será preciso alguém se magoar a sério...

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Um aparte no Futebol para olhar por Faro....

Poderia abordar mais uma vez "os porquês" das cheias que hoje assistimos pelas artérias farenses, situação que acontece frequentemente após (apenas) um dia de chuva, mas a razão desta crónica é outra. Na realidade há coisas que continuamos a não entender por estas bandas, mas até já estamos habituados. Certamente muitos leitores do blog, são utilizadores assíduos da estrada que liga o Rio Seco ao Patacão. Se bem se lembram, antes de se iniciarem as obras para a construção duma rotunda no cruzamento entre esta mesma estrada e a estrada que liga a Conceição de Faro e o Bairro da Penha, foi colocado um cartaz informativo da obra. Passado algum tempo, muitos esfregámos as mão pois parecia que a obra iria avançar, resultado do alargamento das bermas naquela zona, onde serpentevam máquinas e onde os trabalhadores, afincadamente pareciam desenvolver um trabalho que brevemente iria dar lugar a uma rotunda, muito útil para escoamento do trânsito naquele local. Foram até colocadas umas baias circundando o local....
Contudo, tudo isto se desvaneceu, e a rapidez com que os trabalhadores iniciaram a obra, foi a mesma com que a abandonaram, à talvez mais de um mês deixando mais uma vez um trabalho que seria muito importante a meio.

Valeria a pena tê-lo começado, nestas circunstancias?