quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Macário respondeu hoje no Facebook aos munícipes...
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Faro: Escola assaltada com violência, está encerrada para aulas
Em declarações à Lusa, Macário Correia explicou que o assalto à Escola EB 2,3 Escola Emiliano da Costa terá ocorrido cerca da 01:00, altura em que os assaltantes rebentaram com os quadros elétricos e os relógios pararam.
Segundo o presidente da Câmara de Faro, os ladrões levaram “todo o dinheiro que havia no cofre”, danificando com recurso a um objeto de metal, provavelmente a uma picareta ou marrão, a parede onde estava instalado.
O sistema elétrico e telefónico daquela escola foi todo destruído e há portas e fechaduras arrombadas, acrescentou o autarca, referindo que hoje a escola não vai ter aulas para se proceder às obras de recuperação.
“Neste momento todo o pessoal da Câmara está a fazer reparações de eletricidade, telefone e carpintaria e a escola hoje não tem aulas, porque não havia condições”.
A Escola Poeta Emiliano da Costa, do Agrupamento Vertical de Escolas de Estói, tem cerca 400 alunos com idades entre os 10 e os 15 anos.
Fonte da GNR confirmou o assalto, mas não prestou mais declarações até ao momento.
In Região-Sul
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Comboio será alternativa de acesso à Praia de Faro

O parque, com capacidade para cerca de 500 viaturas, situar-se-á num terreno junto à curva antes da reta que dá acesso à ponte rodoviária da Praia de Faro.
O chefe-de-gabinete de Macário Correia garantiu ao «barlavento» que não só irá ser instalado um parque de estacionamento, mas também será organizado o tráfego automóvel e posto a circular um comboio turístico.
Os que optarem por usar este parque, terão transporte garantido para a Praia, através de um comboio turístico, que irá circular entre a zona balnear e o parque.
Para garantir que não saem prejudicados e não terão de se sujeitar a atrasos no trânsito, será construída uma rotunda na curva e colocado um semáforo no início da reta que dá acesso à Praia.
«Este semáforo servirá para evitar acumulação de carros na reta e garantir que o comboio turístico circula sem constrangimentos», explicou Cristóvão Norte. A ideia é que este parque funcione «em Julho e Agosto» e que, no ano que vem, a solução definitiva seja «levada a cabo no âmbito do Polis da Ria Formosa».
Este assunto foi abordado numa nota enviada na semana passada pelo PS/Faro. «Lamenta o Partido Socialista de Faro que nesta data, em que já se iniciou a época balnear 2010, aquele terreno ainda não esteja em condições de serviço e de ser utilizado pelos farenses», lê-se no comunicado.
Uma solução alternativa para os que optarem por fazer o caminho a pé, como um passadiço de madeira paralelo à estrada de aceso à Praia, «ainda não está prevista este ano», mas é de esperar que possa integrar a solução que será implementada pelo Polis.
Com a aposta neste novo sistema, a Praia de Faro fica acessível através de barco, automóvel e comboio, ainda que, neste caso, não se desloque em cima de carris.
In Barlavento Online
sexta-feira, 18 de junho de 2010
O Comboio Presidencial - Uma brilhante ideia para todos os dias

Só não se percebe é porque é que esta ideia não é aplicada no dia-a-dia dos farenses. Esta experiência prova que, com as actuais infra-estruturas e uma auto-motora (não é preciso ser igual à presidencial), é possível ligar com frequência e comodidade a zona do Fórum Algarve, o Teatro Municipal, o centro de Faro, o Largo de S. Francisco e o Bom João. Esta ligação poderia, por um lado, ser estendida a Olhão, combatendo o congestionamento desta entrada de Faro e, pelo outro, pelo menos até S. João da Venda.
Sabemos que existem estudos para ligar esta linha ao Campus de Gambelas e ao Aeroporto, só não se percebe é porque não são concretizados.
A resolução dos problemas da mobilidade de Faro passa por oferecer alternativas de transporte colectivo e ciclovias. A realização do Comboio Presidencial mostra que esta é uma solução fácil e útil.
Pel´Comissão Coordenadora Concelhia de Faro
João Brandão
Foto retirada de A Defesa de Faro
Enquanto projecto do metro de superfície não avançar tão cedo, porque não pensar nesta hipótese?
quarta-feira, 5 de maio de 2010
FARO: PS diz que PSD deixou ilha ao abandono
Socialistas querem que a Praia de Faro seja limpa, e lembram recentes aumentos de taxas para reivindicar direitos de moradores e comerciantes.Em comunicado, o PS Faro lança um apelo ao actual executivo PSD de Macário Correia: “Já por diversas vezes foi solicitado a este Executivo que tomasse medidas para por cobro ao total abandono a que votou a ilha. A Praia de Faro precisa de ser limpa, é preciso realizar as limpezas necessárias e as reparações que permitam o acesso a pessoas com mobilidade reduzida”, afirma o Partido Socialista, na nota à imprensa.
“É necessário realizar a limpeza das zonas de estacionamento e junto de estabelecimentos comerciais e demais zonas públicas. É urgente recuperar muros e proceder à pintura de paredes, pejadas de grafitti”, elencam os socialistas da Comissão Política Concelhia.
“Os moradores e comerciantes da Praia de Faro também pagam IMI e são cidadãos de pleno direito. É ainda mais premente este apelo, dados os recentes aumentos de taxas municipais e visto aproximar-se a passos largos a preparação para a nova época balnear”, avisam.
O PS Faro relembra o esforço feito pelo anterior executivo do Partido Socialista, que conseguiu integrar a praia no lote das “Praias Acessíveis”, para além da Bandeira Azul. “É da maior importância voltar a conquistar estas importantes certificações e não continuar pelo caminho do abandono que parece ser a opção do actual executivo”, criticam os socialistas.
In Observatório do Algarve
E contra factos não há argumentos, não é Sr. Presidente?
segunda-feira, 1 de março de 2010
Câmara de Faro delega mais competências nas Juntas de Freguesia e nas Escolas
A proposta da Câmara Municipal de Faro, que prevê a delegação de competências nas Juntas de Freguesia, bem como a transferência de competências e meios para os Agrupamentos de Escolas do Concelho de Faro, já foi aprovada pela Assembleia Municipal.Segundo a autarquia, «a delegação de competências assume-se como um instrumento de maior afirmação da autonomia das Juntas de Freguesia, reforçando os seus poderes e competências de intervenção, visando aperfeiçoar a acção do Poder Local junto das populações que assistem e acercando a intervenção dos eleitos junto dos eleitores. Este é um princípio basilar que esta decisão materializa».
A proposta elaborada pela Câmara define «regras claras e equitativas para atribuição das verbas a transferir, uma vez que se verificava a ausência de critérios relativos às diferenças geográficas, populacionais e outras».
A Câmara de Faro explica ainda, em comunicado, que «também esteve na origem desta medida o facto de se realizarem pagamentos a terceiros para limpeza, já concessionada à Fagar, ou a contratualização de acções de manutenção dos edifícios escolares que os órgãos de direcção das escolas podem cumprir de uma forma mais célere e eficiente».
As competências transferidas inserem-se em vários domínios, nomeadamente no que concerne ao equipamento rural e urbano e da rede viária, de que são exemplos maiores a manutenção, gestão e conservação de parques infantis, calcetamento de ruas, praças e passeios, sinalização de ruas e praças, incluindo a sinalização luminosa, manutenção de espelhos da rede viária.
Outra área é a dos transportes e comunicações, que se traduzem na conservação de caminhos rurais e municipais e na conservação e reparação de abrigos para passageiros.
Também foram transferidas competências no domínio da educação, em que avulta o apoio à execução de trabalhos de conservação, reparação dos estabelecimentos de educação do ensino básico, recorrendo à mão-de-obra e apoio logístico da Junta, sempre que disponha de mão-de-obra com competência para tal.
Áreas também sob a competência das Juntas serão as dos tempos livres e desporto, onde está incluída a gestão, conservação e reparação de equipamentos desportivos, concessão de licenças de caça e das licenças de venda ambulante nos cemitérios, e ainda da protecção civil e ambiente, ao nível da manutenção de caminhos e aceiros em zonas florestais para prevenção de incêndios, manutenção de fontanários e chafarizes integrados na rede pública, bem como da acção social, através de pequenas reparações em habitações de munícipes com dificuldades financeiras comprovadas.
A Câmara de Faro garante que, «deste modo, tudo fica mais claro e melhor organizado».
Esta atribuição de competências para as Juntas será acompanhada pela «respectiva afetação de meios financeiros e funcionários pertencentes ao mapa de pessoal do Município que passarão a desempenhar as suas funções nas Juntas, sem prejuízo dos seus direitos e regalias».
Por outro lado, no que ao agrupamento de escolas diz respeito, a transferência em causa visa, segundo a autarquia farense, «conferir maior autonomia e prover a gestão integrada do parque escolar».
Este protocolo tem como objeto as intervenções nos edifícios escolares, bem como a autonomia para gerir recursos humanos não docentes, financeiros e a acção social escolar.
«É um grande passo em frente que, simultaneamente, responsabiliza quem está no terreno com melhor aptidão para decidir, mas que confere os meios adequados para responder aos desafios que lhe são colocados».
In Barlavento Online
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Ex-autarca defende Loulé na disputa de terrenos com Faro
A titularidade jurídico-administrativa dos cerca de 500 hectares entre Faro e Loulé, nomeadamente em sítios como o Arneiro, mas também Mata Lobos e Vale da Venda, “pertence indiscutivelmente à freguesia de Almancil e por consequência ao concelho de Loulé”, garante Cristóvão Norte. De acordo com o ex-presidente da Assembleia Municipal de Loulé, a freguesia de Almancil foi criada através de um Decreto-lei de 6 de Novembro de 1836 e nesse diploma está bem explicitada a composição daquela entidade administrativa. E inclui os sítios atrás referidos. “Esta é uma factualidade indesmentível, dispensa quaisquer comentários porque resulta da Lei. E, aliás, não suscitou quaisquer dúvidas, quer ao nível das Finanças, registos civil e predial, tribunal ou câmara municipal, durante 93 anos”, acrescenta o advogado numa carta enviada ao semanário «O Algarve».Segundo o também ex-vereador da Câmara de Faro, o problema começou em 1929, embora tenha permanecido “relativamente latente até ao 25 de Abril de 1974”.
Naquela data, o antigo Ministério da Fazenda, à época chefiado por António Oliveira Salazar, criou uma comissão para fazer o levantamento e o registo nas Finanças de todos os prédios rústicos existentes no concelho de Faro. O objectivo, naturalmente, era tributá-los, à semelhança dos prédios urbanos, cujo registo era obrigatório desde 1918.
A citada comissão, diz Cristóvão Norte, “ignorando os limites do concelho de Faro e não se dando ao trabalho de se informar, cometeu o erro grosseiro de se introduzir na freguesia de Almancil, nomeadamente nas zonas fronteiriças com as freguesias de Santa Bárbara de Nexe, Conceição de Faro e sobretudo na freguesia de S. Pedro, onde invadiu a freguesia de Almancil adentro numa extensão de cerca de quatro quilómetros: todos estes prédios rústicos, situados na freguesia de Almancil, foram indevidamente inscritos nas matrizes prediais do concelho de Faro, apesar de pertencerem ao concelho de Loulé”.
Com a situação criada, explica o jurista, muitos proprietários foram obrigados a pagar os seus impostos em duas cidades distintas: “a parte urbana (na altura a chamada décima) em Loulé, a onde efectivamente pertenciam, e a parte rústica no concelho de Faro, em face do erro cometido”.
Depois de muitos protestos das pessoas – especialmente por causa do transtorno das deslocações – e para mitigar o erro… cometeu-se outro erro. Ou pior ainda, semi-oficializou-se o erro cometido: um despacho governativo ordenou o pagamento de todos os impostos dessas zonas em Faro. A deliberação assumia o lapso cometido, garantia a transitoriedade da medida e prometia uma intervenção directa das entidades competentes para corrigir o erro. Mas não passou de uma intenção.
“Porque a correcção das matrizes, ordenada por despacho ministerial, continua por efectuar, o município de Faro tem evocado abusivamente esse pretexto para reivindicar uma parte do concelho de Loulé”, defende Cristóvão Norte.
O facto de muitos desses prédios estarem inscritos nas Finanças de Faro e aí pagarem impostos, ou de a Câmara de Faro ter estendido o seu Plano Director Municipal àquelas áreas, não muda em nada o disposto no Decreto-lei de 6 de Novembro de 1836, sustenta o ex-autarca.
Autarcas esperam solução de consenso.
As câmaras de Faro e Loulé decidiram criar uma comissão bipartida para solucionar a questão da delimitação administrativa entre os dois municípios.
Cada autarquia tem dois representantes e a comissão é presidida por uma personalidade independente. Segundo apurou «O Algarve», a equipa reuniu-se pela primeira vez na passada segunda-feira e deverá apresentar um relatório técnico com uma proposta de decisão no prazo de 90 dias a partir daquela data.
“O problema deve ser resolvido por mútuo acordo – é esse o meu desejo”, refere Seruca Emídio. Segundo o presidente da Câmara de Loulé, “terá de haver flexibilidade das duas câmaras, porque esta situação prejudica o desenvolvimento das regiões: temos de chegar a um ponto de definição, de equilíbrio, e a partir daí não interessa quem vai perder ou quem vai ganhar, importa sim lutar pelo desenvolvimento da zona”.
De acordo com o autarca, “da nossa parte, temos bons argumentos jurídicos, mas a Câmara de Faro também terá argumentos: agora temos de ouvi-los e, então sim, chegar a um acordo”.
O presidente da Câmara de Faro tem uma posição idêntica ao seu homólogo de Loulé: opta por não fazer “juízos” sobre o sentido da decisão e também gostaria de ver o diferendo resolvido “por consenso”.
Segundo Macário Correia, a comissão reunirá “quantas vezes forem necessárias” e tem todas as condições para emitir “um parecer técnico, isento, imparcial e fundamentado”. Até lá, não fará “quaisquer comentários” sobre a matéria.
Arneiro – Faro ou Arneiro – Loulé?
As cerca de 1.000 pessoas apanhadas neste imbróglio jurídico-administrativo passam por todo o tipo de situações: não sabem como escrever a morada e em consequência têm problemas com a correspondência; as casas estão registadas num concelho, mas a recolha do lixo e o fornecimento de água são feitos pelo outro concelho, embora votem no primeiro.
Com a segurança e a saúde a indefinição é igual: em caso de necessidade, não sabem se devem chamar a GNR de Faro ou a de Almancil; se têm de se dirigir ao Serviço de Atendimento Permanente de um ou de outro concelho.
Na impossibilidade de uma solução definitiva, os executivos dos dois concelhos têm procurado acordos pontuais. Por exemplo, o transporte escolar das crianças residentes na zona indefinida é assegurado pela Câmara de Loulé, enquanto Faro se encarrega da recolha do lixo.
In O Algarve
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Uma dica para Macário...
Muito se tem falado da conclusão da variante a Faro que afastará do centro da cidade largos milhares de automóveis, aumentando a qualidade de vida dos habitantes mas também de todos os que fazem de Faro a sua segunda casa durante o horário laboral.
m resolver uma pequena mas importante parte desse problema, podendo ao mesmo tempo ajudar a uma melhor circulação entre as diversas localidades do concelho farense. Digo isto porque, no meu trajecto habitual "casa-trabalho", também ele partilhado por muitos habitantes de Olhão na "hora de ponta" da manhã, utilizo regularmente dois atalhos que unificam entre si a estrada da Galvana para a Conceição de Faro e a estrada que liga o Rio Seco ao cruzamento do Chelote...
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Comissão bipartida vai tentar resolver «imbróglio» das fronteiras entre Faro e Loulé

O protocolo em causa estabelece a criação de uma comissão bipartida com a finalidade de promover uma solução que, «definitivamente, ponha cobro à indefinição territorial de cerca de 500 hectares que se tem perpetuado durante anos a fio, com a complacência dos órgãos municipais e em prejuízo de milhares de cidadãos».
A comissão bipartida, constituída por dois elementos de cada Município e ainda por uma personalidade independente, à qual está cometido o encargo de presidir aos trabalhos, apresentará, no prazo de 90 dias, um relatório técnico pormenorizado que submeterá uma proposta de decisão do litígio às autarquias (freguesias e órgãos municipais).
Segundo a Câmara de Faro, «este imbróglio, cujo prólogo remonta a 1836, é gerador de equívocos da mais diversa índole: administrativa, registral, fiscal, policial e judicial».
Por isso, salienta a autarquia da capital algarvia, «impõe-se que as Câmaras desenvolvam todos os esforços para que seja superado».
Deste modo, as Câmaras Municipais de Faro e Loulé estão a desenvolver todas as diligências «para que tal seja uma realidade no mais curto espaço de tempo, e a celebração deste protocolo é disso um incontroverso testemunho».
In Barlavento Online
Parece que passados 173 anos, será um homem vindo de Tavira que irá finalmente, com vontade, desatar este nó, tão apertado quanto antigo... Quem está atento já reparou que, com os devidos defeitos, Macário Correia é um autêntico "desbravador de mato", não olhando a preconceitos e interesses para resolver situações pouco contribuem para o funcionamento do Concelho...
Ainda hoje, ninguém percebe como a StarSul, concessionário Mercedes-Benz em Vale da Venda, está registado no Concelho de Faro e a Cacial, no seu lado direito é Concelho de Loulé, tal como o Restaurante Austrália que também pertence ao Concelho de Loulé...
Mas também não se percebe como a zona do Arneiro/Mata Lobos, têm esgotos e obras realizadas pela CMF e no mapa anexo esta zona pertence, por omissão ao Concelho de Loulé...
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Faro promove mega acção de limpeza do concelho no sábado
A Câmara Municipal de Faro promove no próximo sábado, dia 12, a partir das 9h00, uma acção de limpeza nos pontos mais problemáticos do concelho.A iniciativa contará com a colaboração de associações, clubes desportivos, organizações juvenis, escolas, empresas, entre centenas de cidadãos que vão emprestar o seu sentido cívico a esta causa de importância capital.
Esta operação, além da remoção de lixo e outros resíduos que dão uma péssima imagem ao concelho, tem também como finalidade, segundo a Câmara, «lançar o gérmen da consciencialização ambiental nas populações, para que todos compreendam que zelar pelo aprumo, dignidade e brio do concelho é uma tarefa árdua que demanda o comprometimento inequívoco de todos».
Congratulo-me com esta acção promovida pela autarquia farense, no sentido de dar maior dignidade ao nosso Concelho, mas gostaria de saber, quais os passos que foram tomados para, não só congregar a presença de muitas associações, escolas, anónimos cidadãos, etc, etc, mas também muitos dos presos, ou remunerados pelo rendimento mínimo ou mesmo do subsídio de desemprego? Como cidadão farense procurarei, nem que seja por meia hora ajudar, mas pergunto, se este serviço comuntário não foi proposto a todos os que dependem do Estado, e estando em condições plenas de saúde??
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Programa Polis - Próximos de mais um Verão, os farenses desesperam...
Parece já um dado adquirido que mais uma época balnear se passará e o acesso à Praia de Faro continuará com a mesma oferta de acessos, nas condições em que conhecemos.
o de acessos pedonais desde a zona limítrofe do aeroporto, à entrada do aterro que permite acesso à ponte, proporcionando a circulação de peões, ciclistas e mesmo de automóveis duma forma condicionada à Ilha de Faro, por forma a acautelar os habituais engarrafamentos que prejudicam cada vez mais a afirmação desta zona como destino balnear de eleição pelos visitantes que nos chegam.
ras correntes, situação que, após algumas passagens pelo local não se confirma nesse local, apenas vilsumbrando mais um foco de possível intervenção, na zona à entrada da própria ponte. O que parece estar já em execução é um estudo de viabilidade para construção duma nova ponte, mas que não justifica o atraso das outras obras, que parece nem terem passado do papel... sexta-feira, 8 de maio de 2009
“Nova centralidade” nasce em Faro em 2013
Plano de Urbanização do Vale da Amoreira foi apresentado à população segunda-feira, 16 de março de 2009
Macário Correia promete acabar com habitações precárias em Faro
ta em Faro promete acabar com os bairros degradados e defende como solução a distribuição das famílias carenciadas por vários núcleos dispersos pela cidade. Segundo Macário Correia, para que se verifique uma integração social destas famílias é necessário que residam na malha urbana, evitando que permaneçam isoladas ou concentradas num único local da cidade. O candidato critica a decisão camarária de avançar com uma nova urbanização a custos controlados para a zona dos Braciais (350 fogos) que corre o risco de se trasformar num agregado "logo à partida estigmatizado negativamente"."Connosco haverá coragem e ousadia de decidir com determinação", sustenta o social-democrata em comunicado, prometendo "casa condigna para todos" e o fim das barracas no concelho de Faro, uma situação que considera "terrível". De acordo com Macário Correia, a existência de habitações precárias com famílias numerosas é uma realidade em zonas como a Horta da Areia, Alto Rodes, São Luís, na Ilha de Faro e até junto à Via do Infante. O candidato à Câmara de Faro lembra ainda que durante anos e sobretudo desde 1993, o Estado colocou à disposição dos municípios condições especiais de financiamento para a resolução deste problema. Contudo, Macário Correia recorda que praticamente todos os municípios da região acabaram com as habitações precárias, à excepção de Faro, pelo que é preciso "de modo enérgico e determinado" acabar com o problema."Deve-se fazer muita habitação social para dar uma casa condigna a todas as famílias, mas não se podem concentrar todas, ou quase todas, no mesmo bairro", sublinha Macário Correia.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Faro é o concelho do Algarve com mais eleitores
Câmara da capital algarvia, «uma clara capacidade de atracção de novos residentes».Em termos regionais e de acordo com os dados ontem publicados em Diário da República, o Concelho de Faro é o primeiro do Algarve com 53705 eleitores, seguido depois, na segunda posição, por Loulé com 53337, Portimão com 41949, Olhão com 35246, Silves com 29202, Albufeira com 27729, Tavira com 22384, Lagos com 21863, Lagoa com 17063, Vila Real de Santo António com 16209, São Brás de Alportel com 8586, Castro Marim com 6057, Monchique com 5735, Aljezur com 4296, Vila do Bispo com 4194. O 16º é o concelho de Alcoutim, com 3249 eleitores.- Uma para o crescimento demográfico do concelho de Faro, que embora muito mais pequeno em área, que Loulé ou Portimão, é agora o município mais povoado da região, o que é resultado duma maior facilidade das pessoas em arranjar emprego em Faro, o qual, ao contrário de outros concelhos, não é tão dependente do Turismo, o que proporciona maior segurança no emprego.
- Depois, a questão do aumento para nove vereadores a ser eleitos em Faro, o que será mais uma razão para as forças politicas de menor dimensão se aplicarem a fundo no sentido de granjear mais votos, através duma campanha incisiva, dinâmica e crítica.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Iluminação de Natal em zona de obras à meses...

Conforme prometemos no post colocado no passado dia 8, damos hoje a conhecer o sítio sui generis onde a CMF decidiu colocar iluminação de Natal. Nada temos contra o local em si, mas tendo em conta as obras que se arrastam à meses sem fim, situação lamentável para todos os moradores e utilizadores dessa estrada, pergunto se há necessidade de colocar iluminação num sitio destes? Quiçá eu até esteja enganado, e a CMF apressadamente me contradiga, terminando as obras num abrir e fechar de olhos, nivelando e alcatroando a estrada para regozijo de todos os interessados mas tendo em conta o que se têm passado, não me parece nada provável. Ora vejam as fotos... sábado, 8 de novembro de 2008
140 mil euros para iluminações de Natal no Município de Faro
O valor foi decidido em Junho e se em 2007, a iluminação natalícia custou 120 mil euros, este ano, alguns comerciantes pediram mais luzes em ruas que não es
tavam abrangidas e passou-se dos 57 arcos para 77, com 800 mil lâmpadas e micro-lâmpadas a serem acesas a partir de 15 de Novembro, anunciou o autarca, em declarações à LUSA."A iluminação de Natal em Faro é uma forma de apoiar o comércio local atraindo mais pessoas à baixa, o que tem um efeito positivo nas receitas", explicou José Apolinário.
A época natalícia tradicionalmente ligado a um maior consumo deverá ressentir-se da crise financeira está a afectar duramente a sociedade e a provocar o fecho de muitas empresas mas as iluminações de Natal permanecem acesas, até porque são uma oportunidade para o comércio sair da estagnação em que se encontra.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
À espera que alguém se aleije....
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Um aparte no Futebol para olhar por Faro....
Contudo, tudo isto se desvaneceu, e a rapidez com que os trabalhadores iniciaram a obra, foi a mesma com que a abandonaram, à talvez mais de um mês deixando mais uma vez um trabalho que seria muito importante a meio.
Valeria a pena tê-lo começado, nestas circunstancias?

