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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Nova táctica no Multibanco em Faro...




Faro: Detidos dois homens por furto de notas com régua inserida na ranhura de caixa multibanco - PSP


A PSP de Faro anunciou hoje a detenção na quarta-feira de dois homens apanhados em flagrante a furtar notas de pessoas que tentavam fazer levantamentos em caixas multibanco, sem que estas se apercebessem.


Em comunicado, a PSP diz que o sistema consistia na colocação de uma régua na ranhura das notas para que o dinheiro que as pessoas queriam levantar ali ficasse retido, dando a máquina a informação de "fora de serviço". Quando as pessoas abandonavam o local sem se aperceberem do sucedido os suspeitos retiravam a régua e o dinheiro.


Os detidos, de 31 e 32 anos, tinham consigo 130 euros em notas de 10 e de 20 euros, quantia que foi apreendida tal como a viatura em que se faziam transportar. Segundo a PSP, foram detidas recentemente pelo menos mais duas pessoas no Algarve pelo mesmo tipo de crime. A PSP supõe tratar-se de uma rede internacional que atua em diversos países, havendo registo de mais casos semelhantes em Portugal.


Também na quarta-feira a PSP de Tavira deteve um homem de 58 anos numa estrada perto de Santa Luzia por circular com um carro alugado com matrícula falsa furtada pouco antes. O homem pretendia com este sistema abastecer o carro de combustível e abandonar as estações de serviço sem pagar.


As matrículas verdadeiras foram encontradas debaixo dos bancos da viatura, acrescenta a PSP. O suspeito alugara o carro numa "rent-a-car" do Aeroporto de Faro no domingo e deveria devolvê-lo na sexta-feira. A PSP de Portimão deteve também na quarta-feira um homem de 44 anos por ter ameaçado de morte um agente da autoridade.


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Algarve: PSP e GNR com 10 carros que podem "ler" matrículas automaticamente




No ano de 2009 foram detetadas em Portugal cerca de 4600 viaturas furtadas ou destinadas a apreensão ao abrigo do sistema de leitura de matrículas "Polícia Automático", disse hoje em Faro o ministro da Administração Interna (MAI).



O sistema, que funciona há um ano, é uma das componentes do projeto "Algarve Seguro", que inclui uma plataforma de georreferenciação de meios operacionais e a ligação das centrais de alarmes das empresas de segurança às das forças policiais.

Segundo Rui Pereira, o "Polícia Automático" permitiu em 2009 a leitura de 700 mil matrículas, o que conduziu à deteção de cerca de 20 mil ilícitos e à identificação de 4600 viaturas furtadas, envolvidas em ocorrências ou em infração automóvel.

O ministro da Administração Interna falava aos jornalistas à margem da cerimónia que assinalou a entrada em funcionamento do "Algarve Seguro", que visa dotar as forças de segurança de tecnologia de suporte à sua actividade operacional.

Segundo Rui Pereira, o Algarve foi a região escolhida para o lançamento do projeto por ser uma região turística e também devido à grande dispersão das habitações pelo território, mas no futuro deverá estender-se a outras regiões do País.


Algarve: GNR com 10 carros com leitura automática de matriculas

Ao abrigo desta iniciativa passaram hoje de dois para dez o número de carros da PSP e GNR dotados com a leitura automática de matrículas feita através de uma câmara que "lê" as chapas de matrícula, informação que é depois cruzada com as seguradoras.

Durante a visita que hoje cumpriu em Faro, Rui Pereira acompanhou o percurso pela cidade de uma das cinco viaturas da PSP dotadas com o sistema, tendo o equipamento sido instalado também em cinco viaturas da GNR.

O projeto "Algarve Seguro" implicou a implementação de uma plataforma de georreferenciação de meios que consistiu na distribuição de 225 Assistentes Digitais Pessoais (PDA) pelas forças de segurança.

Esta componente do programa permite que através de um Sistema de Posicionamento Global (GPS) os ocupantes das viaturas policiais ou que estejam em patrulhas apeadas "naveguem" até às ocorrências.

Já a ligação das centrais de alarmes de várias empresas de segurança às forças policiais vai possibilitar o cruzamento da informação sobre as ocorrências com os meios operacionais, permitindo maior rapidez na alocação de meios.

Por sua vez, a Governadora Civil de Faro, Isilda Gomes, realçou que este projecto surge na sequência de propostas concretas apresentadas ao Ministério da Administração Interna (MAI) no âmbito do Gabinete Coordenador de Segurança Distrital (GCSD), “no sentido de melhorar a prevenção criminal e elevar o sentimento de segurança dos cidadãos”.

“Numa região competitiva como o Algarve a segurança é uma condição fundamental, pelo que esta área constitui uma preocupação permanente”, frisou Isilda Gomes, salientando que a resposta do MAI às necessidades do Algarve tem sido efectuada de acordo com as prioridades definidas pelas Forças e Serviços de Segurança que integram o GCSD.


In Observatório do Algarve


Aperta o cerco para os incumpridores, criminosos e também para os ... distraídos. Este reforço de sistema é uma forma de intensificar o que de facto acontece pois actualmente as forças de segurança sabem num instante tudo sobre uma viatura, desde a inspecção até ao seguro, sem esquecer a liquidação do IUC (mesmo que sem habilitações para emitir um auto de noticia nesta situação)...

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Moto Clube de Faro - Um emblema do Algarve...


Resistindo à crise instalada um pouco por todo o mundo, o Moto Clube de Faro conseguiu, uma vez mais, que a Concentração Internacional de Motos fosse um sucesso, onde cerca de 20 mil inscritos e 10 mil visitantes passaram pelo Vale das Almas.

Mais um ano e mais outra edição da Concentração Internacional de Motos de Faro que resultou num êxito absoluto. Se for considerado o panorama conjectural actual, e as dificuldades que muitas famílias atravessam, sob o ponto de vista económico e social, poderemos afirmar que o número de 20 mil inscrições, aproximadamente, num evento do género é um feito ao alcance de poucos, o que só reflecte o prestígio e a capacidade de mobilização e organização que o MCF ostenta.

Parte dos louros e ganhos da Concentração Internacional de Faro revertem não só para colmatar despesas com a logística do evento, mas também para projectos de cariz social que possam beneficiar a comunidade local e regional e a sociedade civil. Neste ano de 2010, e ao abrigo do protocolo existente com a Cruz Vermelha, o MCF canalizou o montante de 30 mil euros para a aquisição de duas viaturas equipadas para o transporte de pessoas portadoras de deficiência que foram, posteriormente, oferecidas à Delegação de Faro da Cruz Vermelha Portuguesa, reforçando o papel de responsabilidade social que vem caracterizando o MCF ao longo destes últimos 30 anos de existência.

Se a oferta das viaturas à Cruz Vermelha, a forte adesão ao certame, dada a crise existente, e o facto de mais uma vez não terem ocorrido acidentes mortais entre os visitantes da grande festa motociclista do Sul da Europa, no âmbito da campanha rodoviária “0 Killed”, onde pautou o genuíno espírito motard e a camaradagem entre os membros das diversas organizações diferentes, são aspectos extremamente positivos, a actuação da Guarda Nacional Republicana para com os motociclistas pode ser considerada de lamentável.

Numa campanha caracterizada de dissuasora por aquela força de autoridade, o excesso de zelo marcou a sua actuação, já que a acção, que decorreu nos dias da Concentração Internacional de Faro, distinguiu-se pela perseguição aos participantes na festa motociclista desde a Auto-Estrada do Sul (A/2) até, praticamente, à entrada do recinto. Se a falta de conhecimento do espírito que envolve um acontecimento desta envergadura pode ser apelidado de gritante, o impedimento para que a festa se prolongasse até à Praia de Faro manifesta requintes de absurdo e é altamente prejudicial ao evento em si e à própria economia local, que tanto necessita de acções deste género para fazer face à maior crise económica dos últimos 100 anos.

Numa opção dissuasora pouco compreensível e nada fundamentada, a GNR conseguiu que a imagem do evento ficasse manchada, não só perante outros motociclistas, mas, essencialmente, junto da opinião pública, já que nem todos os motociclistas são o que esta força de autoridade pretende fazer crer, porque se assim fosse, o desfile final pelas artérias da cidade de Faro não teria, todos os anos, milhares de pessoas a saudar efusivamente os participantes na Concentração Internacional de Faro e a desejar o seu regresso no ano seguinte.
MCF

In A Defesa de Faro

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Faro: Polícia cerca "acampamento do depósito de água" por suspeita de armas ilegais

A PSP de Faro cercou hoje o denominado "acampamento do depósito de água", em Faro, com cerca de 80 agentes numa operação de fiscalização por suspeita da existência de armas ilegais naquele bairro degradado.

Segundo o comissário da PSP Jorge Carneiro, “a operação pode ser incluída na tipologia” no conjunto de mega-operações anunciadas na sexta-feira pelo ministro da Administração Interna Rui Pereira, durante uma visita ao Algarve.

O comissário adiantou que têm sido reportados por moradores sucessivos problemas relacionados com armas ilegais no bairro.

Na terça-feira a PSP recebeu queixas de disparos no local, tendo mesmo um projéctil entrado numa habitação vizinha, sem , no entanto, provocar feridos.

No terreno estiveram hoje cerca de 80 agentes da PSP, entre elementos do corpo de intervenção, equipas de intervenção rápida, de patrulhas, do núcleo de armas e explosivos e dos departamentos de investigação criminal e trânsito.

O bairro foi cercado durante uma hora ao fim da tarde e a PSP fiscalizou todas as habitações, assim como os veículos que circulavam nas proximidades.

O responsável remeteu mais resultados da operação para um comunicado a divulgar na quinta-feira de manhã.

In Barlavento Online

Noutras épocas, ainda quando a zona da Escola Pinheiro e Rosa não estava urbanizada, (nem o Modelo ainda havia), me recordo de percorrer uma ladeira nas imediações para ir apanhar o autocarro junto à TMN... Eram os tempos da Secundária e não me esqueço de nalgumas tardes sentir no ar as pequenas balas de pressões de ar, que estavam escondidas nas barracas instaladas nas imediações daquela escola... Estórias para contar aos netos, não querendo generalizar todas as pessoas que infelizmente habitam nesses guetos mas que em regra geral acabam por ser nichos de insegurança para os munícipes...

sábado, 28 de novembro de 2009

Faro: Bombeiros contra junção admitem recorrer à greve

A Associação e o Sindicato Nacionais de Bombeiros Profissionais (ANBP e SNBP, respectivamente) anunciaram que podem recorrer à greve se não virem esclarecidas as dúvidas que têm relativamente à junção dos Bombeiros Municipais e Voluntários de Faro. Os presidentes da Associação, Fernando Curto, e do Sindicato, Sérgio Carvalho, criticaram sexta-feira o presidente da câmara de Faro, Macário Correia, por não ter respondido aos seus pedidos de esclarecimento relativamente ao processo e asseguraram que, em último caso, avançam para uma greve.

Em causa está a junção dos Bombeiros Municipais e Voluntários, num processo decidido por Macário Correia, que decidiu nomear o comandante dos Voluntários, Aníbal Silveira, para Comandante Operacional Distrital, com a tomada de posse marcada para 01 de Dezembro, dia em que os Municipais comemoram o seu 127º aniversário. A ABNP diz que não questiona a nomeação do comandante, "que é uma prerrogativa do presidente da câmara", mas não concorda com ela, e considera que o processo de junção "traz problemas operacionais e vai levar à extinção dos Bombeiros Municipais, com prejuízos para o socorro às populações e para as carreiras dos profissionais". Fernando Curto disse ainda que "em termos legais, a responsabilidade jurídica no que concerne à actuação prioritária é dos Bombeiros Municipais", que, no entanto, "vão passar a ser chefiados por Voluntários, em alguns casos com menos horas de formação que os profissionais" e recordou que "cada corporação tem o seu regulamento e os bombeiros ainda não sabem a qual vão obedecer a partir de dia 02".

O presidente da ANBP critica "a forma apressada" como a junção está a ser conduzida, lamenta ter-se reunido a 05 de Novembro com Macário Correia, reunião na qual o autarca manifestou a intenção de criar um quartel conjunto, e depois dessa data ter feito sucessivos pedidos de esclarecimento sobre o processo e as dúvidas legais que a associação tinha e que não foram respondidos. "Como se vão articular a partir de dia 02? Passam a receber ordens de um chefe que não é da sua carreira?", questionou Fernando Curto, para quem "está em causa o vínculo dos bombeiros profissionais à função pública e as suas carreiras".

O presidente do Sindicato disse que "o que o presidente a câmara de Faro está a fazer é uma humilhação para os Bombeiros Municipais, instituição que faz 127 anos e não merece este tratamento", e criticou a ordem dada para que "o nome dos Municipais fosse retirado das viaturas, tendo algumas delas sido inclusivamente riscadas para que as letras saíssem". Sérgio Carvalho sublinhou que "os Bombeiros Municipais não podem recusar-se a acatar estas ordens, porque têm vínculo com a câmara, que é a entidade patronal, e podem ser penalizados com processos disciplinares se o fizerem". "O presidente da câmara de Faro em meia dúzia de dias conseguiu acabar com uma instituição com 127 anos", afirmou o sindicalista, frisando que "os profissionais têm muitas horas de formação e não podem ser substituídos por voluntários". Sérgio Carvalho questionou: "se assim é porque não também entregar os serviços financeiros, de contabilidade ou mesmo a presidência da câmara a voluntários, que não gastariam dinheiro do erário público?".

Por isso, a associação e o sindicato anunciaram um conjunto de medidas a adoptar, a primeira "solicitar com urgência uma reunião com o presidente da câmara de Faro para ser comunicado ou entregue o projecto de Força Conjunta e poder dar parecer conforme estipula a lei". Vão ainda "solicitar audiências com carácter de urgência ao ministro da Administração Interna, ao secretário de Estado da Protecção Civil, ao Governador Civil de Faro, ao presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil e a todos os partidos políticos representados na Assembleia e Câmara Municipais de Faro". "Vamos distribuir comunicados pela população do concelho dando conta do que o senhor presidente pretende fazer e dos riscos para o socorro às populações.

A Associação e o Sindicato vão também organizar vigílias em frente à câmara e organizar uma manifestação nacional em Faro, com bombeiros profissionais de todo o país, para manifestar solidariedade com os Municipais de Faro", acrescentou Curto. Se nenhuma destas medidas resultar, a Associação e o Sindicato garantem que avançam para a greve e também não afastam o recurso aos tribunais, que está a ser analisado pelos seus departamentos jurídicos.

Isto ainda vai dar "fogo", não sei é quem o vai pagar... Porque os bombeiros vão fazer greve...

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Uma táctica à "Edinho"...


Quando vi esta notícia pela hora do almoço não queria acreditar... De facto, é um achado jornalístico do mais cómico (para o espectador) que há, com a particularidade de ter ocorrido em pleno Algarve.

Coitado do rapaz romeno, ainda aprendiz de assaltante, pois de facto, para além de ver frustrado o seu ensejo para aquela noite de sábado, viu-se ele próprio "assaltado" das calças, ainda que no bom sentido...

Como se costuma dizer: "pela boca morre o peixe"...

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Assaltos no Algarve suspeitos de financiar grupos terroristas

Hotéis de quatro e cinco estrelas são o alvo mais comum

A Polícia Judiciária suspeita que os assaltos a hotéis do Algarve ocorridos nos últimos tempos estejam relacionados com o financiamento de movimentos terroristas, noticia o Correio da Manhã. A PJ recebeu informações detalhadas sobre o grupo por parte da polícia espanhola. Os suspeitos roubaram milhares de euros em dinheiro e jóias nos últimos meses.“São altamente organizados e todos de países ligados ao terrorismo”, adiantou fonte policial. O grupo tem base em Espanha e é composto por quatro ou cinco elementos, entre eles uma mulher. São originários da Líbia e Argélia, mas naturalizados franceses, o que lhes permite circular livremente dentro dos países da União Europeia.

No momento do assalto, o grupo dirige-se aos quartos de hóspedes e levam tudo sem deixar vestígios.

Notícia que me deixa muito apreensivo, e que mais uma vez deixa à tona a necessidade premente de Portugal apostar forte na segurança dos Seus. Porque apostando na defesa das populações locais, defende também o nosso petróleo, ou seja o Turismo, isto, numa região cada vez mais fragilizada noutros sectores da actividade económica, que a tornam cada vez mais dependente do citado Turismo.

Parece-me que os 592997 votos que o CDS conseguiu nas últimas legislativas, só podem ser interpretados pelo novo Governo, como um suspiro da população portuguesa na tomada de medidas reais para atenuar este problema de amplitude planetária, que agora parece ter maior incidência na nossa Região.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Chamem a Polícia...

No passado sábado à noite desloquei-me à zona de Portimão para assistir a uma série de concertos inseridos na Semana da Juventude da Mexilhoeira Grande, evento organizado pela Comissão de Jovens local, mas com o forte suporte da Junta de Freguesia e da Autarquia Portimonense. Sem dúvida, uma iniciativa interessante, mas permita-me "desabafar" com o leitor uma situação que me supreendeu, ainda para mais no contexto em que a noite se inseria e também no momento actual de insegurança que alastra pelo País. Pois bem, com um cartaz "pesado" a noite de sábado era de facto sinónimo de muita agitação no recinto, com nomes como os de MindLock ou Kalashnikov a fazerem toda a gente mexer e consumir tudo o que de mau (ou bom) podem imaginar, traduzindo-se isso em alguns excessos... Nada a que não estejamos habituado neste tipo de eventos, agora o que não podemos encobrir é a ausência total de agentes de Autoridade, quer no recinto, quer nas imediações, não havendo por isso qualquer tipo de revista a possíveis objectos de contundência que alguém se lembrasse de levar consigo... Ainda para mais quando o evento tinha o forte suporte das Entidades Locais, não se entende este acto negligente, que caso tivesse originado algum amargo de boca, seria abafado pela Organização e Entidades, para se tomar depois as previdências após o caldo já estar entornado... Nada a que não estejamos habituados, mas que têm que ser corrigido!