terça-feira, 26 de abril de 2011

Ria Formosa: Anfiteatro ao ar livre e percursos interpretativos no futuro Parque Ribeirinho de Faro





A criação de um anfiteatro ao ar livre e de percursos interpretativos para peões e bicicletas fazem parte do projeto do Parque Ribeirinho de Faro, em fase de apreciação e cuja obra deverá ser lançada este ano.

A empreitada, a cargo da Sociedade Polis Litoral Ria Formosa, abrange a área ribeirinha entre a Quinta do Progresso (junto ao Teatro Municipal de Faro) e o Montenegro, precisa o último boletim da sociedade, hoje divulgado.

Apesar de parte daquela área, próxima do teatro e do centro da cidade, ter sido alvo de alguns melhoramentos nos últimos anos, a zona encontra-se degradada e é utilizada por uma escassa minoria de cidadãos.

O projeto inclui a criação de várias praças, de um anfiteatro, de percursos interpretativos e de zonas de estadia, sendo o objetivo do Polis criar "uma área nobre para a população" dedicada ao lazer e à prática de exercício.

Em fase de anteprojeto está o Parque Ribeirinho de Olhão, que deverá ser integrado num espaço de utilização coletiva com capacidade para acolher iniciativas ao ar livre, como feiras e concertos, refere o Polis.

Já no Parque Ribeirinho do Ludo, também em fase de anteprojeto e partilhado pelos concelhos de Loulé e Faro, deverá nascer um observatório de animais e plantas, na orla da ribeira de S. Lourenço.

No concelho de Tavira o Polis prevê requalificar as margens do Arraial Ferreira Neto e Ilha de Tavira, sendo a primeira empreitada de caráter "minimalista", sublinha o Polis, e a segunda "mais notória".

O programa abrange cinco municípios – Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António,- incide sobre 48 quilómetros de frente costeira e 57 de frente lagunar e implica um investimento total de 87,5 milhões de euros.

Até dezembro do ano passado e desde a criação da sociedade, em 2008, tinham sido gastos dessa quantia 14,7 milhões de euros, metade dos quais na execução de obras no terreno e a outra metade na realização de estudos e projetos.

Para este ano, o Polis prevê lançar a maioria das empreitadas que se propôs concluir até 2013, incluindo as empreitadas previstas nos Planos de Intervenção e Requalificação (PIR) na maioria das ilhas barreira.


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