quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Câmara de Faro acaba com o «caótico» mercado de S. Luís e transfere vendedores


A Câmara de Faro anunciou hoje, em comunicado, ter removido e relocalizado a área de venda que funcionava no Largo de S. Luís, na capital algarvia.

Segundo a autarquia, esta zona era constituída «por um aglomerado desordenado e caótico de tendas, que não cumpriam requisitos mínimos de apresentação, higiene e salubridade para estarem patentes ao público. Era uma péssima imagem para a cidade».

A Câmara acrescenta ainda que «está em causa a boa imagem da cidade, em particular de zonas densamente povoadas que carecem de um tratamento criterioso no ordenamento do espaço público, de molde a reassumirem a sua arrumação como artérias urbanas cuidadas, limpas e bem organizadas».

Ora isso, com o antigo mercado do Largo de S. Luís, «não se verificava».

Tendo sido «removidas as tendas» e «eliminados os despojos», a Câmara relocalizou os comerciantes nas imediações do Mercado Municipal.

A autarquia esclarece-se que optou «por sediar os comerciantes com título para o efeito nas laterais da praça frontal ao Mercado, em espaços delimitados, bancas padronizadas, condições dignas e confortáveis tanto para vendedores como para consumidores e sem prejudicar o ordenamento do Largo Francisco Sá Carneiro».

«É a melhor solução», garante a autarquia.

Esta operação permite, sublinha o município, «resolver um problema que se arrastava há décadas, zelando pelo espaço público e provendo a uma melhor organização da cidade».


In Barlavento Online


Após ler este artigo, ocorreu mais uma vez que o projecto urbanistico proposto pelo Farense à Câmara Municipal de Faro, continua, pelo menos para os sócios do Farense e farenses em geral, ainda em apreciação. Desde meados de Março que a situação se mantém, mas quero acreditar que embora o assunto da noticia não esteja directamente ligado, poderá ser uma pequeno sinal de que a CMF está atenta ao que se quer no local. O facto é que aquela zona está num estado de degradação evidente, a começar pelo próprio Estádio S. Luís, quer pelas zonas limítrofes, necessitando a cidade de uma nova imagem naquela zona, melhorando a qualidade de vida aos farenses e desta forma resolvendo o problema que continua a inquinar o futuro do maior emblema desportivo do Algarve.

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